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rolandosmedeiros

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Releitura de 2022.

Li um livro de ensaios recentemente, do Luís Augusto Fischer, que demonstrava as semelhanças entre o Borges e o Machado. Um dos pontos o Professor toca, por alto, é aquilo que normalmente se fala (e que atualmente está em cheque): de que o Machado deixou para tratar da questão da escravidão só em seus anos mais maduros. Lendo essa seção lá, me deu vontade de reler esse conto aqui, então lá (ou aqui) me fui.

O comentário que deixei no Goodreads, da primeira vez que li, foi esse: "um conto essencialmente brasileiro, feito de imagens carregadas e justaposições fortes, que escancaram a hipocrisia nacional através da aproximação de um episódio de violência escravista que não recorre a um moralismo barato ou a um maniqueísmo infantil."

A primeira coisa que me saltou aos olhos, desta segunda ou terceira vez que leio, foi o narrador. O onisciente clássico, quase intrometido, que reconta uma história que já sabe o seu final a nós; e, sobretudo, toda a ambiguidade com que ele conta a história. Nas primeiras páginas, você fica em dúvida quanto ao tom com que ele trata a escravidão: "Era grotesca tal máscara, mas a ordem social e humana nem sempre se alcança sem o grotesco", e um pouco mais a frente, é menos rijo, e muito irônico, tonteando ainda mais o leitor, no mesmo assunto: "Eram muitos, e nem todos gostavam da escravidão. Sucedia ocasionalmente apanharem pancada, e nem todos gostavam de apanhar pancada."

Inicialmente, o Machado parece até divagar com o narrador no relato , mas vai aos poucos ligando os parágrafos iniciais com o ofício de Candinho, central à narrativa; coloca, explicitamente, que não é um ofício puramente fruto da vileza, e sim da pobreza, da inaptidão do homem; no entanto, já ai, há o contraste com a conclusão: se a profissão por si só não representa da maldade de um homem, o ato final sim, onde (e aqui me lembro de outro conto dele, o Enfermeiro) o Candinho sabe o que fez mas busca (e o narrador vai com ele) de múltiplas formas se eximir da culpa.

A ideia de que nossa família vem sempre em primeiro lugar e, como supracitado, as cenas ligeiramente anteriores e posteriores ao acontecimento derradeiro com a escrava (o aborto) se empilham no tal Pai contra Mãe do título: "— Você é que tem culpa. Quem lhe manda fazer filhos e fugir depois? perguntou Cândido Neves." A transferência de culpa autoexplicativa. E o famoso: " —Nem todas as crianças vingam, bateu-lhe o coração." e geram outros significados. Toda a primeira parte do conto, relatando a vida e a situação do Candinho, não me parece agora tão longe do ponto central onde o Machado quer chegar, e acaba que juntando tudo, a crítica, na minha visão, pesa mais para o lado do caçador de escravos fugidos do que à condição humana (a última, minha interpretação na primeira leitura).

Estes fatos, se por si só já não dão uma dose de "maldade", ao menos tiram a auréola de homem ignorante que não sabe, a fundo, o que faz e que está apenas colocando a família dele em primeiro lugar e nada mais. Tudo é mais complicado e intricado do que aparenta ser inicialmente.

O impacto da primeira leitura, no entanto, ainda é fortíssimo: o Machado, com toda sua ironia que despista e tonteia quem vai até ele procurando moralismo ou maniqueísmo bobo, faz, com uma levada única, praticamente um conto de horror situado no período da escravidão.

✲ 3.5/5.0

"The girl had taken the Ph.D. in philosophy and this left Mrs. Hopewell at a complete loss. You could say, “My daughter is a nurse,” or “My daughter is a schoolteacher,” or even, “My daughter is a chemical engineer.” You could not say, “My daughter is a philosopher.” That was something that had ended with the Greeks and Romans."


Primeiro da Flannery que li. Exemplifica bem o que eu disse no A Good Man is Hard to Find. O enredo, aqui, é ainda menos importante, e o encaminhamento para o desfecho real só se dará nas últimas páginas. Antes, ela te segura só com a narração, com as metáforas e com o rol de personagens que desfilam no conto. Só para marcar: uma das coisas mais malucas e interessantes que li nesses últimos meses.

A narração abre com o amanhecer numa residência, o despertar da Sra. Hopewell (que tem deficiência visual) e a chegada da senhora Freeman, contratada por ela para ajudar na casa. Ouvira, antes de contratar a mulher, um aviso de que a Freeman era "a mulher mais escandalosa jamais vista", mas naquela manhã já haviam se passado quatros anos desde então e ela não se importava mais com o jeito da mulher.

A Sra. Hopewell, a dona da casa, era uma mulher que com "os olhos de um gélido azul, parecia ter adquirido a cegueira por querer e se mantinha cega por vontade própria". A narração, aqui, é muito mais explicitamente irônica que nos outros contos. É uma terceira pessoa moderna, vai e vem no tempo para apresentar as outras personagens, entra em tais e tais personagens, revela as filhas da Freeman (a ajudante) e suas platitudes; a filha da Hopewell, uma mulher de meia-idade, e seu niilismo por estar vivendo naquele lugar, naquela fazenda, presa com a mãe. (Um niilismo que vai ser desmontado de um jeito que só a Flannery é capaz de fazer)

A ironia do título do conto bate a todo tempo. A filha — Joy —, ainda por cima tem uma perna de prótese por ter levado um tiro quanto tinha dez anos (!). "Eu estou aqui, é assim que eu sou". O mau humor dela é totalmente compatível com a situação, porque é entre aspas forçada a trabalhar no campo, mesmo com uma perna só, ajudando a mãe, no mesmo lugar onde aconteceu o acidente que a fez perder a perna. Tudo isso é um misto de motivos para a sua infelicidade. A ponto de mudar de nome, de Joy (Felicidade) para Hulga, porque queria "o nome mais feio que houvesse em qualquer língua" para combinar com aquilo que ela sentia por dentro.

"Hulga ouvira a Sra. Hopewell dar detalhes daquele acidente, como a perna foi literalmente despedaçada, e como a menina se manteve consciente de tudo"


O narrador vai e volta entre as personagens, conta cenas antigas, e então as narra como se estivessem ocorrendo naquele exato momento, cada vez revelando um pouco mais. Um desses ótimos parágrafos traz a tona o tema do conto ao mesmo tempo que ilustra a ironia e o contraste entre as personagens — é da onde eu tirei a citação da abertura; outros, pintam momentos tão legais de ser ler quanto, ainda que não sejam densos ou impactantes. O fato da Hulga/Joy gostar de ler "e olha[r] para os homens jovens e bonitos como se conseguisse farejar a burrice deles" [prenúncio do final do conto]; a cena da Sra. Hopewell, que depois de abrir aleatoriamente um livro da filha, e ler uma passagem científica sobre o nada (ou o vácuo), "fecha o livro rapidamente e sai correndo do quarto tremendo e suando, como se tivesse apanhado uma febre".

O conto também é uma aula de como fazer boas digressões, como fazer esse movimento narrativo funcionar, porque a gente fica a todo tempo indo e voltando, correm cenas, diálogos, qualidades das personagens são reveladas, a relação entre eles, o status daquele ambiente, enquanto as personagens permanecem na cozinha, papeando ou fazendo um café; você nem sabe, na verdade, qual é a cena principal ou onde ela quer chegar, até o último momento da narrativa. A cena principal se engatilha, mais uma vez, dentro de uma digressão/flashback. A mãe olha para a filha de pé, esperando a água ferver, e se lembra da visita que receberam no dia anterior de um jovem vendedor de bíblias.

Eu não vou entregar tudo, mas aqui há uma quebra, e as personagens agem como mais que personagens, agem com vida. Depois daquele papo repetitivo de vendedor, de falarem bastante sobre o bom povo do campo, sobre como ele tem uma doença terminal e precisa vender aquelas bíblias (que fica claro que a família sabe que é mentira), a Hulga interpela o vendedor no quintal, antes de ir embora, e, surpreendentemente, a distante e triste e apática Hulga, marca de encontrá-lo outra hora. Tanto a gente quanto as outras personagens da casa ficam sem entender.

As cenas seguintes são as mais memoráveis do conto, ela mente a idade pra ele, e os dois personagens estranhíssimos saem andando juntos às dez na noite para se encontrar. Uma mulher de trinta e pouco anos, formada em Filosofia mas vivendo na fazenda da mãe (no sul profundo) e com uma prótese, e um vendedor de bíblias que parece meio mentiroso meio fajuto, que diz também ter o coração fraco e que tem pouco tempo de vida. E... eles se beijam. O primeiro beijo da vida de Hulga.

E não, aqui ainda não é a maior surpresa do conto, nem o beijo nem a reação de Hulga, que também é muito boa: ela beija pela primeira vez e se sente maravilhosamente bem, tentar parecer que aquilo foi uma "experiência trivial", e quando termina o beijo, ela se vira e continua andando na frente dele, que ficara parado, estatelado no meio do caminho, enquanto ela segue como se nada tivesse acontecido "saying nothing, as if such business, for her, were common enough".

E sim, o final consegue ser ainda mais surpreendente que isso, com diálogos do tipo (bateu a preguiça de traduzir, vai no original):

“We are all damned,” she said, “but some of us have taken off our blindfolds and see that there’s nothing to see. It’s a kind of salvation.”
The boy’s astonished eyes looked blankly through the ends of her hair.
“Okay,” he almost whined, “but do you love me or don’tcher?”


Aqui que se encaixava meu comentário antigo: A sequência de estranheza, a revelação da moça é "olha... sinto dizer para você, mas eu tenho trinta anos e me formei em filosofia... tenho muitas extensões..." e o cara, "desculpa amor, a maleta com a biblia fica durante o sexo...", e ele quer uma prova de amor.... quer que ela mostre todos os detalhes da prótese pra ele... e ele fica brincando com a prótese… e o final! o final! Só lendo mesmo.

Acho que gostei ainda mais do conto escrevendo sobre ele aqui. A ironia do título, percebe-se, está tanto na caracterização das personagens, das opiniões batidas e observadas com distância pelo narrador em relação às senhoras, como também pela posição que se coloca a Hulga e a queda dela no fim, junto da revelação de quem (ou o que) é o tal vendedor de bíblias. Contão!


Good Country People — ✲ 4.5/5.0
Conto
Lido no Original.
Trad. livre dos trechos.
Outros Comentários: A Good Man is Hard to Find

O conto favorito do meu livro favorito do meu mundo favorito. Abri em uma página aleatória só pra sentir o gostinho:

"Nos hábitos literários [de Tlön] também é todo-poderosa a ideia de um sujeito único. É raro que os livros estejam assinados. Não existe o conceito de plágio: estabeleceu-se que todas as obras são obra de um único autor, que é intemporal e anônimo. A crítica tem o costume de inventar autores: escolhe duas obras distintas — o Tao Te Ching e as Mil e uma noites, digamos —, atribui-as a um mesmo escritor e depois determina com probidade a psicologia desse interessante homme de lettres…"


Não digo muito, o chapear de camadas do pequeno parágrafo é o bastante: se acho que é uma piscadela do Borges pra nós, acabo por cair nos mesmos (ou bem próximo dos) hábitos literários da querida e enigmática Tlön; que, por sinal, não é nada mais que fruto da literatura e imaginação dos eruditos de Uqbar; Uqbar que é fruto de.... e goes on

''O estranho é que estava fora do tempo. Lembrava-se confusamente de que um dia houve uma coisa chamada tempo: não conseguia imaginá-lo. Percebia coisas que aconteciam ou que estavam por acontecer. Fixava-as pelo lugar que ocupavam e media sua duração pelo espaço. Agora pensava: se pelo menos pudesse recuar até o lugar onde aquilo não aconteceu.

Selecionada por Borges, Ocampo e Bioy na ALF. Uma das abordagens mais interessantes que já li do inferno. A autora o representa de um jeito mais temporal e psicológico, em vez de com chamas, diabos e tridentes. A danação é a eterna repetição, é a imortalidade do ponto de vista da reincidência de pecados e romances amargos (e erros!) que acontecem de novo e de novo e de novo. Fica no primeiro patamar da Antologia da Literatura Fantástica, e olha que nesse livro o sarrafo é alto.

“Você acha que o passado afeta o futuro. Nunca parou para pensar que o futuro pode afetar o passado?”

''Naquela tarde, na casinha das ferramentas, houve uma mudança no culto ao deus da gaveta. Até então, Conradín não fizera nada além de cantar suas orações: agora ele pediu um favor.''


Mais um da ALF (Borges, Bioy e Ocampo). Outro dos melhores do livro. Eu não li em ordem, e esse foi um dos que enrolei para ler porque o título não dava nenhuma pista do que poderia vir a ser. E isso foi ótimo. Quanto menos se souber sobre ele antes de lê-lo, melhor.

A narrativa trata de um deus-furão — que dá nome à narrativa —, uma doninha totêmica que vive em um galpão abandonado ao lado de uma não-tão-deificada galinha. Ela faz parte de uma religião pessoal criada por um menino que encontra esperança na imaginação, na amizade com os animais e na veneração desse deus particular.

A doença dele, a repressão e a tirania da velha prima com a qual ele vive o faz se constantemente se refugiar no galpão em busca de paz, esse pequeno pedaço de mundo que lhe resta, junto com a doninha e a galinha. A partir daí, um tipo especial de religiosidade nasce. O galpão se faz de templo, recebendo preces e rituais. O deus-furão ouve as orações do menino; e, no ápice do conto, demonstrará que a maldade surge não espontaneamente, mas sim é um reflexo da podridão do mundo — acaba, apesar de não começar assim, como um conto de terror.

(Lido na Antologia da Literatura Fantástica)

''Nada mais estranho a seu espírito que tais especulações. Elas pertencem inteiramente ao historiador deste episódio, que, como todos os historiadores, em suas reflexões mistura o
passado e o presente, o real e o possível, o que “foi”, o que “deve ter sido” e o que “deveria ser”''

Um começo um pouco confuso, mas com um desenrolar interessante, essa é a história de Juan Pedro Rearte, que sofreu um acidente com seu bonde a cavalo. O acaso quebra sua perna esquerda no acidente, mesmo que o destino tenha reservado quebrar sua perna oposta. O conto discorre sobre todas as implicações que isso gera.

''Fez sua entrada, em sua nova condição de inválido, um pouco precipitadamente. (Já viram um coxo que não caminhe apressado, ou um gago que não fale aos atropelos? A lentidão majestosa é o sinal mais evidente da segurança no esforço. Nossos provincianos conhecem instintivamente essa lei e abusam dela a ponto de combinar, em alguns casos, a solenidade e a gagueira.)''

''Around 8:45, the door was suddenly there. Pete had blinked, that was all, but between blinkings, something had happened, and the store was present again.''

Dando seguimento à minha jornada de aprimorar minha leitura em inglês* [Escrevi isso aqui em 2021] peguei Sonhos Impossíveis do Tim Pratt para ler. É um conto que fica no limite entre sci-fi e fantasia, vencedor do Prêmio Hugo de 2007, que ganha ao encantar pela simplicidade.

Pete, o protagonista, é um aficionado por cinema, e um dia descobre uma locadora repleta de DVDs de filmes que nunca foram feitos e atores que nunca existiram. Algo como Duna do Jodorowsky, talvez juntamente com Napoleão do Kubrick, Drácula do Ken Russell ou Coração das Trevas do Orson Welles e outros mais, podemos imaginar.

A locadora, porém, ele tem certeza, não existia ali antes, nem mesmo estava ali no dia anterior e nem em nenhum dos outros dias do ano. Apareceu do nada em um lugar que antes era uma parede (ou um restaurante fechado, não lembro bem). É uma reformulação do velho tropo da Loja/Empório Mágico. Sonhos Impossíveis é um soft SFF que tem como apelo os leitores cinéfilos, já que o amor por essa arte fica explícito e transcorre as páginas, mas para os não-cinéfilos, assim como eu, o autor também serve alguns outros petiscos: as descrições acerca da locadora, os meios que o protagonista tem para visitá-la (a locadora só existe na realidade dele por um curto período de tempo), a relação com a atendente e o choque cultural (ou seria dimensional?) entre pessoas de diferentes mundos… Por exemplo, nessa cena, onde ele quer fazer um agrado à atendente para assim ser possível levar mais filmes para casa:

''He’d debated all day about what to bring [para a atendente]. Fast food was out—what if her world didn’t have McDonald’s, what would she make of the packaging? He worried about other things, too—should he avoid beef, in case mad cow disease was rampant in her world? What if bird flu had made chicken into a rare delicacy? What if her culture was exclusively vegetarian? He’d finally settled on vegetarian egg rolls and rice noodles and hot and sour soup. He’d seen Hong Kong action movies in the store, so he knew Chinese culture still existed in her world, at least, and it was a safe bet that the food would be mostly the same. ''

No começo pode parecer fácil de pegar a linha da narrativa, é ligeiramente previsível, mas até que ele consegue dar uma guinada refrescante, e a leveza do conto e a vibe meio Meia Noite em Paris sustenta tudo. Vinte páginas revigorantes.

[Ps. 2024 a resenha termina aqui, abruptamente, valeu eu do passado, belo anticlímax. Só tem mais essa longa citação que ninguém vai ler: um grande elogio ao cinema e aos filmes feito pela atendente da locadora (se me lembro bem, é aí que nosso protagonista se apaixona, e aí que o plot thickens: o cara tá apaixonado por uma mulher de outro mundo — literalmente.]

''She chewed, thinking. “Somebody described the experience of reading great fiction as being caught up in a vivid continuous dream, and I think movies do that better than any other kind of story. Some people say the best movie isn’t as good as the best book, and I say they’re not watching the right movies, or else they’re not watching them the right way. My life doesn’t make a lot of sense sometimes, I’m hungry and lonely and cold, my parents are shit, I can’t afford tuition for next semester, I don’t know what I want to do when I graduate. But when I see a great film, I feel like I understand life a little better, and even not-so-great films help me forget the shitty parts of my life for a couple of hours. Movies taught me to be brave, to be romantic, to stand up for myself, to take care of my friends. I didn’t have church or loving parents, but I had movies, cheap matinees when I cut school, videos after I saved up enough to buy a TV and player of my own. I didn’t have a mentor, but I had Obi-Wan Kenobi, and Jimmy Stewart in It’s a Wonderful Life. Sure, movies can be a way to hide from life, but shit, sometimes you need to hide from life, to see a better life on the screen, to know life can be better than it is, or to see a worse life and realize how good you have it. Movies taught me not to settle for less.” She took a swig from her water bottle. “That’s why I love movies.”


*[ps. 2024: nem lembrava disso, bom saber que tinha dificuldade no inglês, hoje já leio fluente tanto nesse idioma quanto no espanhol, e meu próximo objetivo é mergulhar de cabeça no Francês]