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fevi


Não sei o que pensar mais sobre o livro. Tudo bem que ele não foi tudo aquilo que eu esperava, mas me surpreendeu em certos aspectos. Mas pelo o jeito a estória ainda não acabou...

Banalização de assuntos importantes e um exagero na escrita que não faz sentido. Fora que às vezes não sabia qual personagem estava falando. Difícil de aturar...

É não deu para curtir Misery do jeito que eu queria.

A história que narra a obsessão de uma fã para com o seu fã tinha tudo para dar certo. No entanto, ao meu ver, foi uma enrolação sem tamanho até chegar na parte que algo de interessante acontecesse. Talvez eu tenha esperado demais.

Annie, com certeza, é uma personagem irritante, sem escrúpulos e malvada. Mas eu esperava mais. O livro não me causou desconforto nenhum. Dei umas poucas xingadas e foi isso.

É o terceiro livro do King que não me causa efeito nenhum. Tá foda. Estou começando a acreditar que ele não é tão assustador assim ou então ler histórias de terror não causam tanto efeito em mim como os filmes.

#LeiaAutorasNegras

3,5

Esse livro faz jus ao título porque só acontecem desgraças nessa história. Os momentos felizes são bem raros. É cada lapada que você leva na cara que a coisa fica feia.

Eu adorei a escrita da Paulina Chiziane. É um livro bem escrito e bem poético, mas não posso negar que algumas vezes fiquei meio perdido com a construção da história. No começo do livro você acha que a história é de um tipo, mas não é bem aquilo. Ela fala de alguns personagens e depois só fala deles quando acontece algo específico e importante. Alguns personagens apresentados não tem a história bem desenvolvidas.

Apesar disso é uma jornada bem legal de se acompanhar. Apesar de toda desgraça. Há passagens lindas no livro também. Fica a recomendação de leitura de uma autora africana.

É um filme pornô narrado como se fosse uma novela mexicana. Todos os personagens parecem ter saído de algum pornô. Só gente branca de corpo perfeito. Mas é bem escrito.

Que leitura agradável! Vanessa da Mata canta e escreve muito bem.

A história se passa em uma cidade pequena do interior que tem uma aura muito misteriosa. Essa mesma aura se entrelaça com Giza, a personagem principal. Com a narração vamos descobrindo o que acontece com Giza e com a cidade e que grande mistério é esse.

A leitura é gostosa, mas não acontece nada de muito importante durante a maior parte do livro, mas o plot twist do livro é bem interessante. Vale a pena. Como disse antes, parece história contada por vó. (:

QUE. JORNADA.

Esse quarto livro da tetralogia napolitana é o mais difícil de digerir. Não nego que muitas vezes fiquei cansado com o tanto de coisa que acontecia, mas mesmo assim é um livro maravilhoso. Elena Ferrante fez uma obra-prima. Isso ninguém pode negar.

É um livro para dar adeus a Lina e Lenu. Elas estão na fase adulta e muitas muitas muitas coisas acontecem. A vida de Lenu é maravilhosa de se acompanhar, mas assim como em todos nos outros três livros a ação acontece quando Lina aparece. É uma mistura de sentimentos acompanhar a vida de cada uma delas. Uma vida adulta conturbada e sofrida.

Quando estava lendo os outros livros queria um final diferente para essa história sobre amizade. No entanto, os acontecimentos narrados por Ferrante fizeram com que eu deixasse esse pensamento de lado. Em História da Menina Perdida Ferrante me deu uma facada no peito e pisoteou no meu cadáver enquanto ria.

É amor e ódio a cada página. Torcer para os maldosos se darem mal e sofrer ou ficar espantado quando algo de ruim acontece com eles. É rir com as malcriações de Lina, é ter compaixão. Muitas vezes entrei em reflexão com essa história principalmente na parte em que as protagonistas chegam a velhice. Como estou vivendo? O que estou fazendo? Como estou cultivando os próximos?

A tetralogia napolitana, eu devo ter tido isso nas resenhas dos livros anteriores, é sobre amizade feminina, mulheres e suas nuances e também sobre ser humano com as suas qualidades, defeitos, problemas. Não é uma luta entre o bem e o mal. É sobre imperfeição. Não tem como não amar.

Só queria dizer que Lina melhor personagem e Nino filho da puta do caralho. O final da primeira parte desse livro foi horrível. Tenho por mim que todo mundo se sente um pouco Lenu na vida.

Recomendo não só a leitura da tetralogia, mas também todas as outras obras de Elena Ferrante. Ela não é um sucesso atoa.