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A escrita de George R. R. Martin é espetacular. Mas o enredo de O Festim dos Corvos deixou a desejar. Se compararmos com A Tormenta de Espadas fica pior ainda. Não que o livro precise de reviravoltas ou grandes batalhas. Mas do que nada que aconteceu durante todas essas páginas me fez esboçar algum sentimento. Talvez os últimos capítulos de Sansa/Alayne, Brienne e Cersei. Os outros nem foram tão bons, nem mesmo os da Arya.
Mas acho que a minha maior decepção foram com os da Cersei. Nesse livro ela é tão equivocada que talvez nem mereça a denominação de grande personagem. São tantos erros bobos por causa do ego e medo de profecia que acaba interferindo de forma significativa o final da sua história.
Apesar disso gostei da construção que Martin fez sobre como o fundamentalismo religioso ganhou poder ao não ser combatido de forma corretamente. Infelizmente podemos fazer um paralelo com países conservadores que atualmente estão vivendo em um ambiente de cristianismo fundamentalista.
Espero que nos próximos livros George R. R. Martin crie enredos mais atrativos. Pedir para ser menos prolixo é demais. Que os capítulos de Daenerys e Tyrion salvem A Dança dos Dragões.
Mas acho que a minha maior decepção foram com os da Cersei. Nesse livro ela é tão equivocada que talvez nem mereça a denominação de grande personagem. São tantos erros bobos por causa do ego e medo de profecia que acaba interferindo de forma significativa o final da sua história.
Apesar disso gostei da construção que Martin fez sobre como o fundamentalismo religioso ganhou poder ao não ser combatido de forma corretamente. Infelizmente podemos fazer um paralelo com países conservadores que atualmente estão vivendo em um ambiente de cristianismo fundamentalista.
Espero que nos próximos livros George R. R. Martin crie enredos mais atrativos. Pedir para ser menos prolixo é demais. Que os capítulos de Daenerys e Tyrion salvem A Dança dos Dragões.
A mensagem do conto é bem bonita. Ela vai muito além do amor entre familiares. É sobre tratar as pessoas além das funções sociais. É sobre respeitar individualidades e necessidades dos outros e entender que isso é faz total diferença. Isso também é amor.
Eu adorei o capítulo pela perspectiva da gata. HAHAHAHAHA
Eu adorei o capítulo pela perspectiva da gata. HAHAHAHAHA
3,5
É um livro bom e a autora, com certeza, tem talento. Em alguns momentos achei certos contos travados mesmo sendo curtos. Apesar disso os contos vão melhorando ao avançar do livro. São textos sobre cotidianos, relações, sentimentos.
Os meus preferidos foram:
Dê pouca água aos cactos
Bonita de Rosto
Não se apague essa noite
Papel de bala
Sal pimenta fogo foguinho
Prato feito
Eu me comportei bem esse ano
Senhor do seu tempo
Questão de sorte
As Duas Evas
É um livro bom e a autora, com certeza, tem talento. Em alguns momentos achei certos contos travados mesmo sendo curtos. Apesar disso os contos vão melhorando ao avançar do livro. São textos sobre cotidianos, relações, sentimentos.
Os meus preferidos foram:
Dê pouca água aos cactos
Bonita de Rosto
Não se apague essa noite
Papel de bala
Sal pimenta fogo foguinho
Prato feito
Eu me comportei bem esse ano
Senhor do seu tempo
Questão de sorte
As Duas Evas
Faltou sustância.
Esse é o tipo de livro que deveria ter pelo menos mais 200 páginas, no mínimo. Nara Vidal narra a imigração de uma família irlandesa para o Brasil em 1800 em busca de melhores condições de vida. Mas o sofrimento é tanto que amargura a vida da personagem principal, Margareth. O livro é narrado com rapidez e sem muita profundidade. Não há um desenvolvimento digno. Há só violência e tristeza.
A autora transforma fatos reais violentos e distintos em uma história sem o devido cuidado. Se houvesse um trabalho mais profundo, com certeza, a história seria bem mais rica. Nem o sinalzinho de realismo mágico no final modifica de forma positiva o livro.
Uma pena que a boa ideia não tenha sido bem trabalhada.
Esse é o tipo de livro que deveria ter pelo menos mais 200 páginas, no mínimo. Nara Vidal narra a imigração de uma família irlandesa para o Brasil em 1800 em busca de melhores condições de vida. Mas o sofrimento é tanto que amargura a vida da personagem principal, Margareth. O livro é narrado com rapidez e sem muita profundidade. Não há um desenvolvimento digno. Há só violência e tristeza.
A autora transforma fatos reais violentos e distintos em uma história sem o devido cuidado. Se houvesse um trabalho mais profundo, com certeza, a história seria bem mais rica. Nem o sinalzinho de realismo mágico no final modifica de forma positiva o livro.
Uma pena que a boa ideia não tenha sido bem trabalhada.
Pelo amor da deusa, cadê a continuação???!!!
O Waldson Souza constrói um mundo que me parece um tanto distópico pós-apocalíptico. Mas não tenho tanta certeza. No entanto, sei que é uma construção interessantíssima. As pessoas não vivem em continentes vivem em cidades-criaturas que se parecem com tartarugas que se movem ao longo do oceano. É surreal.
Oceanïc é uma dessas principais cidades-criaturas que vive sob uma redoma. Ao longo dos capítulos vamos entendendo um pouco de cada personagem e o que aconteceu com eles para estarem envolvidos no plano secreto do governo de Oceanïc. Há menções sobre algumas outras cidades e preciso enaltecer os nomes dela. Eu curti bastante.
Achei no começo que seria um caso de amor com um fundo de ficção científica, mas a história cresce demais. Fiquei envolvido tentando entender o que estava acontecendo e como eles se tornaram aquelas pessoas. Eu não sei se terá uma continuação. Ficarei triste porque o livro deixou perguntas sem respostas. É um mundo tão bem construído que, com certeza, dá para explorar tantas outras camadas. Espero que tenha uma continuação.
Eu pensei que não ia gostar, mas acabei surpreendido. Isso tornou a leitura ainda mais prazerosa. Fica a dica para quem procura ficção científica nacional.
O Waldson Souza constrói um mundo que me parece um tanto distópico pós-apocalíptico. Mas não tenho tanta certeza. No entanto, sei que é uma construção interessantíssima. As pessoas não vivem em continentes vivem em cidades-criaturas que se parecem com tartarugas que se movem ao longo do oceano. É surreal.
Oceanïc é uma dessas principais cidades-criaturas que vive sob uma redoma. Ao longo dos capítulos vamos entendendo um pouco de cada personagem e o que aconteceu com eles para estarem envolvidos no plano secreto do governo de Oceanïc. Há menções sobre algumas outras cidades e preciso enaltecer os nomes dela. Eu curti bastante.
Achei no começo que seria um caso de amor com um fundo de ficção científica, mas a história cresce demais. Fiquei envolvido tentando entender o que estava acontecendo e como eles se tornaram aquelas pessoas. Eu não sei se terá uma continuação. Ficarei triste porque o livro deixou perguntas sem respostas. É um mundo tão bem construído que, com certeza, dá para explorar tantas outras camadas. Espero que tenha uma continuação.
Eu pensei que não ia gostar, mas acabei surpreendido. Isso tornou a leitura ainda mais prazerosa. Fica a dica para quem procura ficção científica nacional.