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fevi's Reviews (834)
4,5
Eu simplesmente adorei tudo nesse conto de Lucas Rocha.
A escrita, a história, a mensagem. Tudo me agradou.
O mundo vai acabar isso é fato. Eu ficaria desesperado como boa pessoa ansiosa que sou. Mas Rocha foca nas relações, nos afetos e na importância de viver a vida como se todos os dias como se fosse o último. Mas ele não deixa esse clichê de forma escancarada.
A história é super divertida. Você vai rir do início ao fim. Não vou negar que a história perto do final não foi o que eu esperava. Talvez estivesse esperando o mais aventura. Não achei ruim só foi diferente daquilo que estava pensando que iria acontecer. Mesmo assim foi lindo. O mundo realmente acabou de uma forma bonita e com uma mensagem bel legal.
Super recomendo para que está precisando e querendo uma história leve e divertida.
Eu simplesmente adorei tudo nesse conto de Lucas Rocha.
A escrita, a história, a mensagem. Tudo me agradou.
O mundo vai acabar isso é fato. Eu ficaria desesperado como boa pessoa ansiosa que sou. Mas Rocha foca nas relações, nos afetos e na importância de viver a vida como se todos os dias como se fosse o último. Mas ele não deixa esse clichê de forma escancarada.
A história é super divertida. Você vai rir do início ao fim. Não vou negar que a história perto do final não foi o que eu esperava. Talvez estivesse esperando o mais aventura. Não achei ruim só foi diferente daquilo que estava pensando que iria acontecer. Mesmo assim foi lindo. O mundo realmente acabou de uma forma bonita e com uma mensagem bel legal.
Super recomendo para que está precisando e querendo uma história leve e divertida.
#BingoLitNegra #LeiaAutoresNegros
Eu não queria dar essa nota. Mas esse livro me irritou do começo ao fim. O último capítulo foi a cereja do bolo.
Meu Querido Ex tem um protagonista extremamente chato. Com todas as forças. Apesar de entender o que ele passou não consegui gerar empatia. Achei tudo exagerado, chato de acompanhar.
Apesar de ter uma escrita que faz o texto fluir o autor usa de exagero de referências pop que são, ao meu ver, mal empregadas. Menos seria mais. Outra coisa que me incomodou foi uma necessidade de abordar temas pesados demais e mostrar a carteirinha de militância. Pra mim, não colou.
A cereja do bolo que foi último capítulo estragou ainda mais. Depois de passar o livro inteiro mostrando o lado feio de uma pessoa tudo o que apareceu ali me pareceu de um oportunismo nojento. Não fez nenhum sentindo. Nada ali. Uma pena.
Não recomendo. ):
Eu não queria dar essa nota. Mas esse livro me irritou do começo ao fim. O último capítulo foi a cereja do bolo.
Meu Querido Ex tem um protagonista extremamente chato. Com todas as forças. Apesar de entender o que ele passou não consegui gerar empatia. Achei tudo exagerado, chato de acompanhar.
Apesar de ter uma escrita que faz o texto fluir o autor usa de exagero de referências pop que são, ao meu ver, mal empregadas. Menos seria mais. Outra coisa que me incomodou foi uma necessidade de abordar temas pesados demais e mostrar a carteirinha de militância. Pra mim, não colou.
A cereja do bolo que foi último capítulo estragou ainda mais. Depois de passar o livro inteiro mostrando o lado feio de uma pessoa tudo o que apareceu ali me pareceu de um oportunismo nojento. Não fez nenhum sentindo. Nada ali. Uma pena.
Não recomendo. ):
Eu não gostei de muita coisa desse livro. O tema muito me interessa, mas a forma como foi trabalhada não me apeteceu. Não curti a escrita do início do livro cheia de frases curtas e umas repetições desnecessárias. Ao meu ver atrapalha muito o andamento da leitura. Não curti a narração.
Nem mesmo os elementos fantásticos que vi na história fez diferença para mim. Vida que segue porque não é sempre que temos uma experiência boa. E tudo bem experiências literárias são diferentes para cada um.
Nem mesmo os elementos fantásticos que vi na história fez diferença para mim. Vida que segue porque não é sempre que temos uma experiência boa. E tudo bem experiências literárias são diferentes para cada um.
3,5
A escrita de Marcelino Freire é muito boa e isso faz com que a gente se perca prazerosamente na leitura. A sonoridade é encantadora.
Apesar do título e da apresentação antes dos contos darem o recado do que estar por vir tenho que questionar certas escolhas do autor. Como pedofilia e a representação de personagens negros caindo em certos esteriótipos. Há o que se questionar e avaliar.
Os contos maiores são superiores aos contos menores. Parecem que são mais trabalhados. O melhor conto do livro disparado é “União Civil”. Destaco também: Mariângela, Crime, Irmãos, Após a morte, Vovó Valério vai voar e Nóbrega.
A escrita de Marcelino Freire é muito boa e isso faz com que a gente se perca prazerosamente na leitura. A sonoridade é encantadora.
Apesar do título e da apresentação antes dos contos darem o recado do que estar por vir tenho que questionar certas escolhas do autor. Como pedofilia e a representação de personagens negros caindo em certos esteriótipos. Há o que se questionar e avaliar.
Os contos maiores são superiores aos contos menores. Parecem que são mais trabalhados. O melhor conto do livro disparado é “União Civil”. Destaco também: Mariângela, Crime, Irmãos, Após a morte, Vovó Valério vai voar e Nóbrega.
Extremamente bem escrito, mas eu não achei lá muito interessante. Pensei que seria até engraçado, mas também não rolou. Quem tiver uma opinião diferente, por favor, me explique o motivo. rs
Eu, sinceramente, não sei o que pensar desse livro. A real é que estou bastante surpreso com a forma da sua construção, a forma de narrar. É um livro ousado nessa estrutura. É também uma obra extremamente política.
Agualusa tenta mostrar a história de Angola por meio da vida de um escritor e de uma cantora. O livro me pegou em um primeiro momento, mas várias vezes durante a leitura me senti perdido. Talvez o vai e volta na história e o elementos abstratos presentes no enredo tenha dificultado ou desviado a minha atenção.
Não é um livro ruim. Longe disso, mas queria ter me conectado mais. Recomendo para ir além das histórias do eixo EUA-Europa.
Agualusa tenta mostrar a história de Angola por meio da vida de um escritor e de uma cantora. O livro me pegou em um primeiro momento, mas várias vezes durante a leitura me senti perdido. Talvez o vai e volta na história e o elementos abstratos presentes no enredo tenha dificultado ou desviado a minha atenção.
Não é um livro ruim. Longe disso, mas queria ter me conectado mais. Recomendo para ir além das histórias do eixo EUA-Europa.
A Silvia Viana traz uma discussão e apontamentos sobre realities shows que eu nunca tinha parado para pensar. A relação de como funciona o reality com a estrutura do mercado de trabalho nunca me apareceu como uma analogia que fizesse sentindo. Provavelmente porque nunca tinha pensado nisso diretamente.
Apesar de ver e ter visto realities shows apenas com entretenimento tenho que concordar com Viana sobre o quão cruel toda a estrutura se dá. Talvez não vemos a crueldade porque muito dela se dá através da movimentação de brigas e outras situações que acontecem para que o programa se torne dinâmico e ganhe necessariamente a nossa atenção. A apatia dos participantes não apetecem em nenhum o momento a produção do programa e o público alvo. Silvia Viana analisa principalmente a Big Brother Brasil, mas também há comentários sobre A Fazenda, Hell's Kitchen, America's Next Top Model entre outros.
É um ótimo livro e que nos repensar a cultura de consumo em massa de produções que perpetuam em larga escala a crueldade sem crítica. No entanto, fica o questionamento: como consumir ou parar de consumir algo que está congruente com a estrutura capitalista vigente e que muitas vezes não há como desassociar? Os realities shows reproduzem tudo aquilo que sofremos e muitas vezes não sentimos ou estamos anestesiados em sentir.
É uma excelente discussão. Recomendo a todos que gostam de assistir realities para possuírem uma nova visão sobre eles.
Apesar de ver e ter visto realities shows apenas com entretenimento tenho que concordar com Viana sobre o quão cruel toda a estrutura se dá. Talvez não vemos a crueldade porque muito dela se dá através da movimentação de brigas e outras situações que acontecem para que o programa se torne dinâmico e ganhe necessariamente a nossa atenção. A apatia dos participantes não apetecem em nenhum o momento a produção do programa e o público alvo. Silvia Viana analisa principalmente a Big Brother Brasil, mas também há comentários sobre A Fazenda, Hell's Kitchen, America's Next Top Model entre outros.
É um ótimo livro e que nos repensar a cultura de consumo em massa de produções que perpetuam em larga escala a crueldade sem crítica. No entanto, fica o questionamento: como consumir ou parar de consumir algo que está congruente com a estrutura capitalista vigente e que muitas vezes não há como desassociar? Os realities shows reproduzem tudo aquilo que sofremos e muitas vezes não sentimos ou estamos anestesiados em sentir.
É uma excelente discussão. Recomendo a todos que gostam de assistir realities para possuírem uma nova visão sobre eles.
#LeiaAutorasNegras
Uma obra-prima.
Não tem como não gostar do livro de estreia de Yaa Gyasi. Acompanhar a trajetória de descendentes de duas irmãs que nunca se conheceram é uma jornada simplesmente incrível. Mas também é cheia de sofrimento, tristeza e dores.
Esse livro é uma imersão na vida/história de vários negros que estão próximos ou longe de nós. O que aconteceu com as personagens de O caminho de casa também aconteceu na vida dos nossos antepassados. Não tem como não se encantar, se apaixonar.
O início do livro, para mim, foi muito mais empolgante e pesado do que o final. Mas isso não tira o mérito da obra. Eu gostei bastante da história de Quey e Cudjo. Foi triste ver que uma história linda que poderia acontecer ali morreu. O livro também é um panorama histórico da escravidão do seu início até o racismo escancarado nos EUA.
Super indico a leitura. É importante prestar bastante atenção nos dois primeiros capítulos!!!
Alerta: o livro contém cenas de abuso e estupro.
Uma obra-prima.
Não tem como não gostar do livro de estreia de Yaa Gyasi. Acompanhar a trajetória de descendentes de duas irmãs que nunca se conheceram é uma jornada simplesmente incrível. Mas também é cheia de sofrimento, tristeza e dores.
Esse livro é uma imersão na vida/história de vários negros que estão próximos ou longe de nós. O que aconteceu com as personagens de O caminho de casa também aconteceu na vida dos nossos antepassados. Não tem como não se encantar, se apaixonar.
O início do livro, para mim, foi muito mais empolgante e pesado do que o final. Mas isso não tira o mérito da obra. Eu gostei bastante da história de Quey e Cudjo. Foi triste ver que uma história linda que poderia acontecer ali morreu. O livro também é um panorama histórico da escravidão do seu início até o racismo escancarado nos EUA.
Super indico a leitura. É importante prestar bastante atenção nos dois primeiros capítulos!!!
Alerta: o livro contém cenas de abuso e estupro.
2,5
Apesar do livro tratar de um assunto forte e profundo como o luto achei que a história um tanto rasa e conexões fracas entre os personagens. A forma como foi narrado acaba dificultando um pouco a aproximação do leitor. A personagem é tão ela, na dela, que também acaba afastando o leitor. É um livro apenas ok.
Apesar do livro tratar de um assunto forte e profundo como o luto achei que a história um tanto rasa e conexões fracas entre os personagens. A forma como foi narrado acaba dificultando um pouco a aproximação do leitor. A personagem é tão ela, na dela, que também acaba afastando o leitor. É um livro apenas ok.
As minhas histórias preferidas foram: História de Mapinguary, O bicho e o casamento e Dois velhos surdos.
Adoro ler e conhecer os mitos/lendas/ ou ficções indígenas. É de certa forma aprender um pouco mais sobre parte do Brasil que foi esquecido.
Adoro ler e conhecer os mitos/lendas/ ou ficções indígenas. É de certa forma aprender um pouco mais sobre parte do Brasil que foi esquecido.