fevi's Reviews (834)


3.5

O livro não é ruim. DE FORMA ALGUMA. Eu gostei da leitura, mas a jornada do Gansey pareceu um "nadar nadar e morrer na praia". Não gostei de como parte da história foi resolvida. Parece que foi algo feito na correria. E o vilão, o demônio? Não teve batalha. Eu não procuro sentindo na história porque é impossível encontrar isso desde o primeiro livro. No entanto, ainda acho válido indicar a série para todo mundo. É um história diferente e gostosa. Apesar do final corrido vale a pena.

É um livro ok. Algumas histórias são bem espantosas. No entanto, achei o modo de contá-las e a forma onde foram encontradas meio repetitivas. Tudo bem que geralmente essas histórias se assemelham, mas podiam variar. A maioria dos casos envolvendo mulheres como assassinas tinham algo meio materno. Achei bizarro. Ponto positivo: as dicas para se proteger na internet. Por mais que esteja cansados de ler sobre proteção na internet sempre é válido reforçar e colocar em prática. Proteção nunca é demais. Também achei importante o autor frisar que esses crimes aconteciam antes da era da internet. Aposto que se alguma mãe ou pai louco ler esse livro com certeza proibirá o filho de mexer em redes sociais e internet no geral.

Leitura rápida, casos repetitivos mas interessantes.

Eu gostaria de fazer uma resenha top, mas estou sem cabeça pra isso no momento.

O que posso de dizer logo de cara é que Benjamin Alire Sáenz tem um dom maravilhoso ao escrever sobre sentimentos. Ele sabe passar o mais simples e o mais complicado de uma forma magnífica. Não tem como não se sentir tocado pelas histórias que ele conta no decorrer do livro. Este é o segundo livro dele que eu leio e o que tenho a dizer que este homem me ganhou de vez.

É um livro bastante emotivo. Super recomendo.

Nunca vi um título fazer tanto sentido pra uma história. A falta do dialogo culminou em uma variedade de acontecimentos ruins.

O livro me tocou de duas maneiras. Uma muito particular e a outra em relação a minha visão estereotipada dos asiáticos. Isso me incomodou bastante. Nós nos pegamos e julgamos muito através desses esteriótipos racistas. Lembro que muitas vezes eu virava o olho quando lia determinadas ações do James e pensava "mas ele tinha que ser uma pessoa boa. Não pode ficar fazendo essas coisas." Eu tava julgando o personagem de acordo com esteriótipo que fui impregnado de que asiáticos são subalternos, subservientes e sempre feitos. E claro que isso não é um pouco verdade. A leitura me fez ficar mais atento a isso.

O modo como a autora mostrou o preconceito sofrido pelos asiáticos nos Estados Unidos foi de grande importância. Era algo que eu sabia, mas não conhecia. Assuntos importantes são trabalhados de forma bastante delicada, mas de um jeito bem firme. O machismo, o feminismo, o preconceito racial, o julgamento está ali nas entrelinhas.

Para entender o que aconteceu com Lydia que está morta. A autora faz vários flashbacks e com isso que a gente vai tentando entender o que aconteceu. O maior problema da família Lee é a falta do diálogo. Sem contar a pressão sobre os outros, a falta de atenção, a empatia familiar. É incrível como os nossos problemas se não tratados, resolvidos acabam acarretando problemas nas vidas de outras pessoas que provavelmente nós amamos.

A família Lee é complicada e mesmo com um final que deixa possibilidades de que as coisas mudariam mesmo que demorasse eu não acredito. Pra mim o estrago já estava muito grande.

Eu gostei da leitura, os personagens são realistas e os problemas também. No entanto, o livro perdeu uma estrela ao explicar a morte de Lydia.
SpoilerELA NÃO QUERIA MORRER, ela queria mudar a vida. Mas isso não aconteceu. Mesmo a autora não falando que Lydia queria se matar isso meio que ficava explícito. Tudo indicava para esse caminho. Ela sofria, isso não se pode negar. Mas a morte dela por aquilo me pareceu ingenua demais, a morte dela teve como objetivo fazer a família cair e sim e ver o tanto de merda que que eles faziam uns para com os outros. Fiquei triste e revoltado. É um capítulo lindo, mas porra. Achei sacanagem. Recomendo. A leitura é bem gostosa. Vale a pena.

Finalmente li esse primeiro conto do Felipe Fagundes e fiquei maravilhado. A sutileza humorística que encontro nos textos dos blogs dele e no perfil do Twitter estão presentes na história. Isso é maravilhoso.

Acompanhar Lídia, a personagem principal, foi incrível. Rolou até uma identificação. Esse negócio de não acreditar em si mesmo parece que é mais comum do que se imagina. Infelizmente.

O conto de Felipe além de ter humor e recheado de representatividade e isso é 10000 pontos a mais. É tudo tratado com a normalidade desejável. Outro quesito importante é a amizade entre Lídia e Pablo. Uma relação entre amigos heterossexuais sem segundas intenções por parte do homem. Foi um arraso.

Leitura rápida, gostosa e super legal. Fica aqui a recomendação. Aproveite e siga o autor no Twitter. As melhores histórias dele você encontra lá.

Esse é o tipo de livro que eu terei que reler para poder entrar mais a fundo. Não nego que tive dificuldade de entender algumas passagens. No entanto a leitura é bastante gratificante. Foi o primeiro livro escrito por Calvino que li.

Eu gostei bastante das descrições de algumas cidades, mas eu adorei as conversas entre Marco Polo e Kublai Khan. Um detalhe interessante que eu já tinha lido antes mesmo de começar a leitura é que todas as cidades descritas possuem nomes de mulheres. Eu achei super engraçado quando encontrei o nome da minha avó intitulando o nome de uma delas, a Eudóxia. rs

É meio lúdico. Preciso ler mais vezes.

Super recomendo.

Gabo prometeu, mas não cumpriu o que seria uma grande história aqui.

De Amor e Outros Demônios tinha tudo para ser uma grande história, mas isso ficou perdido porque nada de interessante aconteceu na vida de Sierva Maria. O sobrenatural dela é só ter um cabelo lindo. A mordida do cão raivoso no início do livro não serve pra nada.

O livro tem grandes personagens mas não foram bem desenvolvidos. Ficaram apenas em relatos que te deixam na expectativa. Sem tirar o final é mais corrido que diabo fugindo da cruz.

Outra coisa: por que autores gostam tanto de mostrar um tipo de amor errado? Fica aí o meu questionamento. Consigo entender que idade média e antigamente algumas coisas eram vistas como normais, mas a gente precisa superar isso.

Não é um livro ruim, é ok. Mas ele poderia ser bem melhor. O livro é gostoso de ler e fácil de entender.

3,5

Quiça é um livro que te prende. É um livro sobre relações entre pessoas imperfeitas. A família é toda imperfeita. Você fica com o pé atrás em relação a praticamente todos os personagens. A narração é feita no passado contando sobre a ida do Arthur para a cidade grande depois de tentar suicídio e relação dele com a família da prima Clarissa, no presente com eles se juntando à família do interior no almoço de natal além de alguns textos que falam sobre outras pessoas aleatórias que não fazem diferença intercalam esses dois momentos.

A melhor parte do texto é a relação do Arthur com a prima Clarissa. Arthur é o cara errado e a má influência para a garota. No começo eu bem achava que era isso, mas consegui ver o lado mais humano de Arthur. A relação deles é bonita apesar de ser complicada.

A leitura te prende bastante porque você quer saber como vai acabar aquilo tudo mesmo a história sendo sobre coisas normais do dia a dia. É uma leitura gostosa. Eu curti bastante. No entanto, preciso de dizer que fiquei meio assim com o plotwist do livro. É algo batido pra mim mesmo não sendo algo comum nas histórias que eu leio. No decorrer do livros várias pistas são dadas, mas eu só percebi no final mesmo. Aquela afirmação que não é explícita, mas que diz tudo. Fiquei incomodado, mas teve a sua relevância.

Recomendo a leitura.

Esse livro é maravilhoso. A leitura já valeu a pena pelo tanto de risadas que eu dei.

Samir Machado nos traz uma história engraçada, histórica e cheia de referências do mundo pop. Isso me agradou bastante. Há tantas outras referências a fatos que realmente aconteceram e outros que provavelmente eu não consegui identificar.

A história de um brasileiro que vai para Inglaterra a serviço do governo português só podia render coisas boas. As cenas de ação são super legais. As cenas de sexo nota 1000.

Eu acredito que o livro conversa muito com o público gay e lança reflexões para a comunidade. Mesmo que tudo aconteça nos anos 1700, acredito que o autor quis dar dicas e alertar a comunidade de se por presente, não abaixar a cabeça e lutar pelos semelhantes. As referências ao cenário brasileiro com personagens e situações demonstram bastante isso.

Temos um monte de gays em um livro em que tudo é tratado dentro da normalidade. Se você tirar o contexto histórico. Não há necessidade do personagem sair do armário, não há drama por causa disso. Existem as perseguições aos fanchonos porque era isso que acontecia ou acontece.

Apesar de achar o livro maravilhoso tenho que dizer que o mistério não acontece já é entregue de bandeja. O começo é um pouco enrolado, mas entendo que seja a ambientação. No entanto, depois da metade eu cortaria uns 4 capítulos que não acrescentam nada na história. São legais, mas totalmente dispensáveis.

A leitura é extremamente agradável. Recomendo para todos, exceto para preconceituosos de merda. Esses merecem passar longe daqui.

Eu gosto bastante de livro de suspense, romance policial. E não foi diferente com boneco de neve.

Eu tive uns insights e consegui descobrir o criminoso antes de chegar no final. Mas mesmo assim fui surpreendido algumas vezes. Claro que viajei também. Mas isso que é legal nesse tipo de literatura.

Recomendo a leitura.