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fevi's Reviews (834)
Universo desconstruído, vol. II
Thiago Leite, Ben Hazrael, Marta Preuss, Clara Madrigano, Jarid Arraes, Aline Valek, Fábio Kabral, M.M. Drack, Lady Sybylla
Então eu finalmente li a segunda edição de Universo Desconstruído. Eu fiquei meio triste porque achei a primeira edição bem melhor que a segunda, mas isso não quer dizer que esta edição seja ruim. Só deixou a desejar mesmo. No entanto, ela mantém o que propõe: a diversidade no mundo da ficção científica. E só por isso vale a pena a leitura. Nós precisamos de mais diversidade nas obras literárias.
Os meus contos preferidos foram:
Corpo escuro de Jarid Arraes
FICÇÃO CIENTÍFICA EM FORMA DE LITERATURA DE CORDEL (RIMADA) FALANDO SOBRE RACISMO. Não precismo de falar mais nada.
BSS Mariana de Lady Sybylla
Boneca de Clara Madrigano
Esse conto foi o meu preferido desse copilado. É bem foda. Você pensa que é uma coisa, mas é outra, mas te coloca para pensar da mesma forma sobre abusos. Recomendo.
Espectro de M. M. Drack
O segundo melhor conto da obra. No entanto, o final deixou a desejar. Gostei da relação da personagem principal com a robô Andrômeda, mas quando o foco foi pra relação amorosa a história ficou chata.
O conto do Fábio Kabral é rico em história e mitologia. Acredito que ele faça referências aos orixás africanos. Como não conheço muito sobre as histórias fiquei meio perdido. Mas vale a indicação.
Os meus contos preferidos foram:
Corpo escuro de Jarid Arraes
FICÇÃO CIENTÍFICA EM FORMA DE LITERATURA DE CORDEL (RIMADA) FALANDO SOBRE RACISMO. Não precismo de falar mais nada.
BSS Mariana de Lady Sybylla
Boneca de Clara Madrigano
Esse conto foi o meu preferido desse copilado. É bem foda. Você pensa que é uma coisa, mas é outra, mas te coloca para pensar da mesma forma sobre abusos. Recomendo.
Espectro de M. M. Drack
O segundo melhor conto da obra. No entanto, o final deixou a desejar. Gostei da relação da personagem principal com a robô Andrômeda, mas quando o foco foi pra relação amorosa a história ficou chata.
O conto do Fábio Kabral é rico em história e mitologia. Acredito que ele faça referências aos orixás africanos. Como não conheço muito sobre as histórias fiquei meio perdido. Mas vale a indicação.
Esse livro é um amor sem igual. Uma coisa gostosa de se ler. É divertido e fofo ao mesmo tempo.
Não vou negar que fiquei meio perdido com a história de A Menina Submersa. Talvez eu não tenha dado atenção necessária que esse livro exige do leitor. Ele é gostoso de ler, mas complicado de entender. Isso se dá pelo fato da narradora não ser confiável. Você não sabe o que é verdade ou o que é mentira. Mas ela deixa claro no início do livro que ela é louca e que ela inventa as suas histórias.
A Menina Submersa exige muito do leitor. No entanto, gostei bastante das referências que a autora utilizou para criar e ambientar a história de Imp. Foi bem divertido e impressionante.
Não tive atenção necessária para saborear o livro.
A Menina Submersa exige muito do leitor. No entanto, gostei bastante das referências que a autora utilizou para criar e ambientar a história de Imp. Foi bem divertido e impressionante.
Não tive atenção necessária para saborear o livro.
RELEITURA Janeiro de 2017
É nostalgia demais. Amor incalculável por essa série.
É diferente ler o início de tudo sabendo como termina a história. Apesar de saber (quase tudo, pois memória fraca) o que vai acontecer a empolgação com a história e os personagens continuam a mesma. J.K. Rowling soube criar um mundo magnífico mesmo.
Sou fanzoco e não tem como avaliar essa história negativamente.
É nostalgia demais. Amor incalculável por essa série.
É diferente ler o início de tudo sabendo como termina a história. Apesar de saber (quase tudo, pois memória fraca) o que vai acontecer a empolgação com a história e os personagens continuam a mesma. J.K. Rowling soube criar um mundo magnífico mesmo.
Sou fanzoco e não tem como avaliar essa história negativamente.
Eu não estava gostando desse livro no início. Mas insisti na leitura porque gostaria de descobri qual o motivo de Leonard querer matar um colega de escola e depois se matar. Não me arrependo de ter seguido em frente, muitas vezes consegui me identificar com certos sentimentos do protagonista.
O livro fala sobre abuso moral e sexual e como é difícil viver com isso. Como é difícil pedir ajuda e como é extremamente ruim as pessoas não conseguirem enxergar os sinais que você dá para ser salvo. Muitas vezes temos dificuldades para perceber que o outro precisa de ajuda ou talvez só ignoramos, pois não sabemos lidar com os problemas que afligem as outras pessoas ao nosso redor. No livro, logo de início, a gente percebe que o personagem não quer morrer ele só precisa de atenção
A relação do Leonard com os outros personagens é bem gostosa de acompanhar. A que eu mais gostei foi com o professor Herr Silverman. A relação com Walt também é bem legal. O livro tem umas frases escrotas e Leonard me parece ser bem excêntrico, mas isso não chega a atrapalhar a história. Logo você percebe o motivo de Leonard ser do jeito que é.
O final me deu uma falsa sensação de esperança. Que as coisas não ficariam 100% bem. Mas a leitura vale a pena.
O livro fala sobre abuso moral e sexual e como é difícil viver com isso. Como é difícil pedir ajuda e como é extremamente ruim as pessoas não conseguirem enxergar os sinais que você dá para ser salvo. Muitas vezes temos dificuldades para perceber que o outro precisa de ajuda ou talvez só ignoramos, pois não sabemos lidar com os problemas que afligem as outras pessoas ao nosso redor. No livro, logo de início, a gente percebe que o personagem não quer morrer ele só precisa de atenção
A relação do Leonard com os outros personagens é bem gostosa de acompanhar. A que eu mais gostei foi com o professor Herr Silverman. A relação com Walt também é bem legal. O livro tem umas frases escrotas e Leonard me parece ser bem excêntrico, mas isso não chega a atrapalhar a história. Logo você percebe o motivo de Leonard ser do jeito que é.
O final me deu uma falsa sensação de esperança. Que as coisas não ficariam 100% bem. Mas a leitura vale a pena.
Não tem como odiar essa história. A cada livro que passa tudo fica mais empolgante. E agora nessas releituras você pode ir fazendo conexões com as informações que só surgiram lá na frente e o tanto que elas fazem sentindo. Em a Câmara Secreta a gente percebe, por exemplo, o quanto Rony gosta da Herminone.
Gosto muito quando a J.K. faz viagens ao passado para explicar ou exemplificar algo. Percebemos o quanto Lord Voldemort já não valia nada, o quanto Hagrid foi injustiçado.
Hermione continua sendo a minha personagem preferida.
Amo a saga Harry Potter e vou protegê-la.
Gosto muito quando a J.K. faz viagens ao passado para explicar ou exemplificar algo. Percebemos o quanto Lord Voldemort já não valia nada, o quanto Hagrid foi injustiçado.
Hermione continua sendo a minha personagem preferida.
Amo a saga Harry Potter e vou protegê-la.
QUE AGONIA! É o que resume de maneira grotesca esse conto de Charlotte Perkins Gilman.
É um conto cheio de significados sobre doenças psicológicas, maus tratos, aprisionamento. É um livro curto, mas que mexe bastante com que o lê.
É um conto cheio de significados sobre doenças psicológicas, maus tratos, aprisionamento. É um livro curto, mas que mexe bastante com que o lê.
O livro é instigante. Acho que o autor consegue passar o que pretende. Mas como sempre esses livros são todos problemáticos. Fica difícil você defender certos personagens e certas situações. Se não fosse o início do livro que é bem "puta que pariu" e as piadas e pensamentos heteronormativos talvez o livro ganhasse mais estrelas.
Linguajar extremamente simples.
Linguajar extremamente simples.
3,5
No começo do livro eu lia e revirava os olhos, mas aí chegou a parte da identificação. Só em alguns aspectos, é claro.
Enzo é um jovem gay carioca que não quer nada com ninguém. Ele tem os seus casos e escreve sobre eles em um blog. O mesmo acaba ficando e se apaixonando pelo ficante da "melhor amiga" que se diz hétero. No meio desse rolo todo aparece o Breno que é o príncipe encantado que todo mundo quer.
Sempre que aparece uma personagem gay que se apaixona por um hétero curioso os meus olhos dão uma volta de 360º. Sei que é possível acontecer, mas não é esse tipo de representatividade que espero. No entanto, as questões sobre relacionamentos que o Enrique Coimbra narra nesta história são bem verídicas. A falta de compromisso, o medo de se apaixonar e se entregar, a desilusão e tudo mais. Acho que é bem nessa parte que acerta mesmo sendo clichê. É isso que faz com o que os leitores se identifiquem. Relacionamentos não são fáceis.
O melhor personagem é Breno por jogar umas verdades na cara de quem precisa escutar.
É um livro/conto pequeno e de leitura fácil.
No começo do livro eu lia e revirava os olhos, mas aí chegou a parte da identificação. Só em alguns aspectos, é claro.
Enzo é um jovem gay carioca que não quer nada com ninguém. Ele tem os seus casos e escreve sobre eles em um blog. O mesmo acaba ficando e se apaixonando pelo ficante da "melhor amiga" que se diz hétero. No meio desse rolo todo aparece o Breno que é o príncipe encantado que todo mundo quer.
Sempre que aparece uma personagem gay que se apaixona por um hétero curioso os meus olhos dão uma volta de 360º. Sei que é possível acontecer, mas não é esse tipo de representatividade que espero. No entanto, as questões sobre relacionamentos que o Enrique Coimbra narra nesta história são bem verídicas. A falta de compromisso, o medo de se apaixonar e se entregar, a desilusão e tudo mais. Acho que é bem nessa parte que acerta mesmo sendo clichê. É isso que faz com o que os leitores se identifiquem. Relacionamentos não são fáceis.
O melhor personagem é Breno por jogar umas verdades na cara de quem precisa escutar.
É um livro/conto pequeno e de leitura fácil.