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enbygojira's Reviews (815)
Essa foi minha segunda releitura d'O Guia; a terceira vez que li, portanto. A última havia sido em... 2010. Uau. Enfim, depois de uma vida toda, aparentemente, eu me sentei para reler O Guia do Mochileiro das Galáxias, e como foi bom reencontrar essa história, you folks! Tudo, tudo, desde os personagens — menos o Zaphod — até as piadas mais bobas, me fez rir e me sentir nostálgico. Fiquei com saudade até do filme (!), e já me pus pra (re)ver a série de 1981.
Para quem não conhece, O Guia do Mochileiro das Galáxias conta a história de Arthur Dent, um terráqueo que se vê viajando pelo universo depois que — ou talvez conte a história d'O Guia do Mochileiro das Galáxias, a mais extraordinária enciclopédia já publicada pelas grandes editoras de Ursa Menor — ou pode ser que conte a história das criaturas mais inteligentes do planeta Terra, , e seu grande plano para descobrir — vocês entenderam. Assim, com uma ideia maravilhosa e sacadas geniais, O Guia é tanto um clássico como uma pérola (?) da literatura; um ícone da comédia e da ficção científica. Afirmo que vale uma boa leitura, e vale cada releitura depois disso. If I'm lucky, minha próxima pode ser na edição maravilhosa da Folio Society, quem sabe?
Menção honrosa:
Para quem não conhece, O Guia do Mochileiro das Galáxias conta a história de Arthur Dent, um terráqueo que se vê viajando pelo universo depois que
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a Terra é destruídaSpoiler
os ratosSpoiler
a pergunta fundamental sobre a vida, o universo e tudo mais, cuja resposta é 42Menção honrosa:
Spoiler

"Não grites, não suspires, não te mates: escreve.
Escreve romances, relatórios, cartas de suicídio, exposições de motivos,
mas escreve. Não te rendas ao inimigo. Escreve memórias, faturas.
E por que desprezas o homem, papel, se ele te fecunda com dedos sujos mas dolorosos?
Pensa na doçura das palavras. Pensa na dureza das palavras.
Pensa no mundo das palavras. Que febre te comunicam. Que riqueza.
Mancha de tinta ou gordura, em todo caso mancha de vida.
Passar os dedos no rosto branco... não, na superfície branca.
Certos papéis são sensíveis, certos livros nos possuem."
Escreve romances, relatórios, cartas de suicídio, exposições de motivos,
mas escreve. Não te rendas ao inimigo. Escreve memórias, faturas.
E por que desprezas o homem, papel, se ele te fecunda com dedos sujos mas dolorosos?
Pensa na doçura das palavras. Pensa na dureza das palavras.
Pensa no mundo das palavras. Que febre te comunicam. Que riqueza.
Mancha de tinta ou gordura, em todo caso mancha de vida.
Passar os dedos no rosto branco... não, na superfície branca.
Certos papéis são sensíveis, certos livros nos possuem."
I was supposed to be re-reading it, but it felt like a first read all along. Firstly because I had no recollection of the story—okay, I had some, but only the basics—, and secondly because I enjoyed it so much more this time around! I couldn't believe how much fun I had while reading it, and if I didn't finish it earlier it was because I really couldn't.
In short, I loved it all, I really did. From the world-building to the characters and the writing and everything. Lyra's such a lovable protagonist, flawed and believably childlike, and her relationship with Pan is so nicely presented.
The only bad thing I can think of saying about this book, the only thing that bothered me, was that Lyra seemed to sleep a whole lot. Not for a human being, that's not what I'm saying at all; what I mean is that a lot of chapters seemed to end with or show Lyra going to sleep with no apparent relevance to the plot. This little detail got me intrigued/bothered.
In short, I loved it all, I really did. From the world-building to the characters and the writing and everything. Lyra's such a lovable protagonist, flawed and believably childlike, and her relationship with Pan is so nicely presented.
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I must say that in the end I was sad to say goodbye to Iorek (Iorek!!!), Farder Coram, Serafina Pekkala and all others, as I don't think they're going to be in Subtle Knife—I'm hoping for an Iorek cameo, though.The only bad thing I can think of saying about this book, the only thing that bothered me, was that Lyra seemed to sleep a whole lot. Not for a human being, that's not what I'm saying at all; what I mean is that a lot of chapters seemed to end with or show Lyra going to sleep with no apparent relevance to the plot. This little detail got me intrigued/bothered.
Acho que fica bem claro porque esse é o menos conhecido/celebrado da "trilogia realista" do Machado. Bem longe de ser ruim, Quincas Borba não chega a ser tão notável quanto Brás Cubas, nem causa o impacto de Dom Casmurro. O protagonista Rubião não encanta tanto quanto os dos outros livros, também, e acabou que passei a história toda torcendo por uma maior participação do cachorro, Quincas Borba — .
Comparações à parte, é um livro bem conduzido, claro que é. A prosa de Machado de Assis é incrível, e às vezes deixa a gente sem reação, maravilhado pelo que ele consegue fazer com as palavras. O foi desenvolvido muito bem ao longo da obra e, quando aconteceu de vez, fiquei me perguntando como não previ aquele desfecho.
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que morre no último capítulo e foi daquela para uma melhor, com certezaComparações à parte, é um livro bem conduzido, claro que é. A prosa de Machado de Assis é incrível, e às vezes deixa a gente sem reação, maravilhado pelo que ele consegue fazer com as palavras. O