Take a photo of a barcode or cover
Super fofo e engraçado. A relação entre os familiares é maravilhosa. Super bem escrita e agradável de ler. Um conto levinho que se passa nesse período nada usual que estamos vivendo. Só não curti a quantidade de referência ao mundo pop, mas isso é uma questão minha.
Fica a recomendação.
O conceito principal vai ao encontro do que eu acredito. Mas não vou negar que preciso de mais leituras e análises para entender as palavras que Mark e Engels pregam. Apesar de ser uma leitura de fácil-média compreensão, acredito que muitas coisas possam ter passado despercebido.
A questão de ler isso depois de muito tempo depois de ter sido escrito, da ascensão e queda da URSS, da consolidação do capitalismo e da burguesia faz com que eu tenha muitos outros questionamentos. O que deu errado? É utopia? Como fazer que se torne realidade sem violência (isso aqui eu já acredito que seja extremamente impossível)?
Enfim, o Manifesto me soa muito favorável. Mas preciso aprender e entender mais sobre tudo isso. Inclusive as críticas. Críticas que ouço e leio e que por meio do Manifesto não entendi o motivo de terem sido feitas.
A questão de ler isso depois de muito tempo depois de ter sido escrito, da ascensão e queda da URSS, da consolidação do capitalismo e da burguesia faz com que eu tenha muitos outros questionamentos. O que deu errado? É utopia? Como fazer que se torne realidade sem violência (isso aqui eu já acredito que seja extremamente impossível)?
Enfim, o Manifesto me soa muito favorável. Mas preciso aprender e entender mais sobre tudo isso. Inclusive as críticas. Críticas que ouço e leio e que por meio do Manifesto não entendi o motivo de terem sido feitas.
Eu esperei 27 anos pra ler um livro como esse. Eu amei TUDO!
Ian Fraser criou um mundo fantástico fascinante e extremamente sólido. Não tem como você criticar o universo criado por ele. Baseados nas culturas de alguns povos indígenas da América do Central e do Sul e espetacular como ele desenvolve a história.
A escrita do Ian ajuda bastante na imersão do leitor. Apesar de ter muitas palavras e significados que demoram a entrar na nossa cabeça por serem novidades nada atrapalha no desenvolvimento. Há um glossário que ajuda na compreensão dos termos.
Eu estou tão feliz por ter lido esse livro que não sei se conseguiria escrever uma resenha completa e que fale sobre todas as particularidades do livro. Mas acho que se você gosta de fantasia vale a pena dar uma chance para o universo criado por Ian Fraser.
Vale lembrar que O Livro das Sementes é uma obra introdutória. Nela há muitas explicações sobre aquele mundo o que é, o porquê, onde e quando. Muitos podem não gostar porque o Turunã que é o ritual que os adolescentes mintaguariní devem passar não acontece nesse livro. Mas há outros acontecimentos que ainda assim trazem muito fascínio.
Não vou negar que o principal motivo de eu ter gostado tanto desse livro foi o fato do autor ter se baseado nas culturas do povos indígenas e civilizações das Américas. Fazia tempo que queria ler uma fantasia sobre isso.
Super recomendo.
Ian Fraser criou um mundo fantástico fascinante e extremamente sólido. Não tem como você criticar o universo criado por ele. Baseados nas culturas de alguns povos indígenas da América do Central e do Sul e espetacular como ele desenvolve a história.
A escrita do Ian ajuda bastante na imersão do leitor. Apesar de ter muitas palavras e significados que demoram a entrar na nossa cabeça por serem novidades nada atrapalha no desenvolvimento. Há um glossário que ajuda na compreensão dos termos.
Eu estou tão feliz por ter lido esse livro que não sei se conseguiria escrever uma resenha completa e que fale sobre todas as particularidades do livro. Mas acho que se você gosta de fantasia vale a pena dar uma chance para o universo criado por Ian Fraser.
Vale lembrar que O Livro das Sementes é uma obra introdutória. Nela há muitas explicações sobre aquele mundo o que é, o porquê, onde e quando. Muitos podem não gostar porque o Turunã que é o ritual que os adolescentes mintaguariní devem passar não acontece nesse livro. Mas há outros acontecimentos que ainda assim trazem muito fascínio.
Não vou negar que o principal motivo de eu ter gostado tanto desse livro foi o fato do autor ter se baseado nas culturas do povos indígenas e civilizações das Américas. Fazia tempo que queria ler uma fantasia sobre isso.
Super recomendo.
Apesar de ter gostado de algumas partes acredito que Clarice Lispector divagou sem muita finalidade. Não que pensar sobre a nossa existência, quem somos perante o mundo e sobre Deus tenha algum final. Muitas vezes me peguei pensando se ela escrevia para leitores ou apenas descarregava as suas indagações sobre o quê mais lhe infligia e ali deixava. Ainda mais em fluxo de consciência onde o que é difícil de entender fica mais complicado.
Esse livro é diferente dos outros dois dela que li. Não possui uma história paralela aos questionamentos dos personagens. É apenas uma mulher refletindo sobre a vida depois de um ato ínfimo para ela e grotesco para nós. Uma parte me irritou no livro foi quando ela narra sobre a empregada negra. Soa racista e bem classista.
Fica a indicação para quem gosta de reflexões e fluxo de consciência. Esse é pesado.
Esse livro é diferente dos outros dois dela que li. Não possui uma história paralela aos questionamentos dos personagens. É apenas uma mulher refletindo sobre a vida depois de um ato ínfimo para ela e grotesco para nós.
Spoiler
Aliás, quem diria que comer uma barata poderia render tanta reflexão sobre o ser vivente que se é, sobre Deus e viver uma experiência de transcendência. Ousada.Fica a indicação para quem gosta de reflexões e fluxo de consciência. Esse é pesado.