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fevi's Reviews (834)
Gostei do livro. A Katniss é realmente uma personagem cativante. O Peeta também é cativante. Só acho que o livro poderia ter sido narrado em terceira pessoa.
4,5
Interlúdio foi um soco no meu estômago.
*Antes de ler esse livro, você precisa saber que ele aborda: tortura, abuso, violência contra mulher, homofobia, estupro. Mesmo que não seja tão explícito pode ser considerado um gatilho para quem já sofreu algo parecido. *
Eu fiquei completamente sem chão ler esse livro. Em hipótese alguma imaginaria as atrocidades que percorreram ao longo da história. Tudo baseado em fundamentalismo religioso e autoridade familiar. O pior é saber que parte do que foi narrado aconteceu de verdade. Quanto é ficção quanto é ficção eu não sei dizer, mas tenho certeza que isso não tira o mérito da obra. O mais importante: nos mostra o quão insano é o fundamentalismo religioso.
Intérludio narra a história de amor, sofrimento e desencontros dolorosos entre Dennis e Lázaro. É sobre o primeiro amor, os primeiros sentimentos e os primeiros sofrimentos. Isso tudo ambientado em parte no Brasil da ditadura. O pai de Dennis, John, é um militar norte-americano e fundamentalista religioso Mórmon que não aceita a sexualidade do filho e faz de tudo para livrá-lo disso. DE TUDO MESMO.
Não irei enumerar os momentos pesados e tristes que acontecem ao longo do livro, mas vale salientar que eles perduram ao longo dos mais ou menos 30/40 anos. Não é fácil acompanhar ou aceitar o que acontece quando se está acostumado com histórias LGBTQ para jovens adultos. É mais cruel.
A história tem algumas reviravoltas que me agradaram e surpreenderam e outras que já eram de se esperar. O último capítulo e a última página do livro pode ser uma luz do túnel. Deixo que vocês descubram isso durante a leitura.
Interlúdio foi um dos livros que mais mexeu comigo durante esse ano. Primeiro porque trata de assuntos com os quais me identifico e também por abordar temas do qual sou completamente contrário e que me faz ficar louco, triste. Às vezes acredito que isso pode interferir nas nossas avaliações, mas nada que seja um grande problema. Interlúdio conta com personagens fortes, carismáticos e arrebatadores. Lécio é um deles. Deixo a minha recomendação para que gosta de livros que abordam temas LGBTQs, mas fica o alerta quanto aos assuntos que perpassam os capítulos.
Minha resenha pode ser tendenciosa e muito superficial, mas acredito que quem ler o livro terá uma mistura de sentimentos. Esse, com certeza, é o ponto alto. Não a nada melhor que um livro mexe com o leitor.
Interlúdio foi um soco no meu estômago.
*Antes de ler esse livro, você precisa saber que ele aborda: tortura, abuso, violência contra mulher, homofobia, estupro. Mesmo que não seja tão explícito pode ser considerado um gatilho para quem já sofreu algo parecido. *
Eu fiquei completamente sem chão ler esse livro. Em hipótese alguma imaginaria as atrocidades que percorreram ao longo da história. Tudo baseado em fundamentalismo religioso e autoridade familiar. O pior é saber que parte do que foi narrado aconteceu de verdade. Quanto é ficção quanto é ficção eu não sei dizer, mas tenho certeza que isso não tira o mérito da obra. O mais importante: nos mostra o quão insano é o fundamentalismo religioso.
Intérludio narra a história de amor, sofrimento e desencontros dolorosos entre Dennis e Lázaro. É sobre o primeiro amor, os primeiros sentimentos e os primeiros sofrimentos. Isso tudo ambientado em parte no Brasil da ditadura. O pai de Dennis, John, é um militar norte-americano e fundamentalista religioso Mórmon que não aceita a sexualidade do filho e faz de tudo para livrá-lo disso. DE TUDO MESMO.
Não irei enumerar os momentos pesados e tristes que acontecem ao longo do livro, mas vale salientar que eles perduram ao longo dos mais ou menos 30/40 anos. Não é fácil acompanhar ou aceitar o que acontece quando se está acostumado com histórias LGBTQ para jovens adultos. É mais cruel.
A história tem algumas reviravoltas que me agradaram e surpreenderam e outras que já eram de se esperar. O último capítulo e a última página do livro pode ser uma luz do túnel. Deixo que vocês descubram isso durante a leitura.
Interlúdio foi um dos livros que mais mexeu comigo durante esse ano. Primeiro porque trata de assuntos com os quais me identifico e também por abordar temas do qual sou completamente contrário e que me faz ficar louco, triste. Às vezes acredito que isso pode interferir nas nossas avaliações, mas nada que seja um grande problema. Interlúdio conta com personagens fortes, carismáticos e arrebatadores. Lécio é um deles. Deixo a minha recomendação para que gosta de livros que abordam temas LGBTQs, mas fica o alerta quanto aos assuntos que perpassam os capítulos.
Minha resenha pode ser tendenciosa e muito superficial, mas acredito que quem ler o livro terá uma mistura de sentimentos. Esse, com certeza, é o ponto alto. Não a nada melhor que um livro mexe com o leitor.
Estou especificamente chocado com a última frase desse livro.
Sangue nos olhos é um livro com uma leitura extremamente prazerosa. Você acompanha a história de Lina que vai perdendo a visão. Ao longo da sua perda vemos a sua relação com seu namorado Ignácio, seus familiares e poucos amigos.
Lina não é a personagem mais agradável do mundo. No entanto, você fica ansioso pra ver como ficará a relação dela com as pessoas mais próximas. Não nego que os dois últimos capítulos me deixaram intrigado, mas a última frase me nocauteou. Até onde você iria para o seu próprio bem-estar?
Super indico a leitura. Li em e-book, mas a edição impressa é fascinante. Vale a pena.
Sangue nos olhos é um livro com uma leitura extremamente prazerosa. Você acompanha a história de Lina que vai perdendo a visão. Ao longo da sua perda vemos a sua relação com seu namorado Ignácio, seus familiares e poucos amigos.
Lina não é a personagem mais agradável do mundo. No entanto, você fica ansioso pra ver como ficará a relação dela com as pessoas mais próximas. Não nego que os dois últimos capítulos me deixaram intrigado, mas a última frase me nocauteou. Até onde você iria para o seu próprio bem-estar?
Super indico a leitura. Li em e-book, mas a edição impressa é fascinante. Vale a pena.
3,8
Uma história que me fisgou. No entanto, em certos momentos parece que o autor só fica enrolando para dizer o que realmente aconteceu com o protagonista.
Apesar desta enrolação toda eu gostei do final.
Uma história que me fisgou. No entanto, em certos momentos parece que o autor só fica enrolando para dizer o que realmente aconteceu com o protagonista.
Apesar desta enrolação toda eu gostei do final.
Eu tô meio chocado com o final desse livro. Juro que eu nunca esperaria nada do que aconteceu. No entanto, fiquei meio irritado com a explicação que a autora quis dar para determinado acontecimento. Não tem como concordar com o que ela disse.
É um livro ok. O final surpreende, mas não tem como engolir certas coisas.
É um livro ok. O final surpreende, mas não tem como engolir certas coisas.
Tenho quase certeza que essa série não é pra mim. Se eu tivesse lido quando era mais novo, com certeza, ia gostar bem mais.
Achei a história bem fraquinha, mas os personagens são legais. Algumas partes não fazem o menor sentindo e em certos momentos as coisas acontecem rápido demais.
É ok.
É ok.
3,5
Eu pensei que iria ter um treco com a ideia principal desse livro: você é gay e isso não faz diferença nenhuma na sua casa ou nas suas relações por qual motivo uma pessoa assim iria voltar para o armário? Sério, eu fiquei pensando que ia dar merda.
Durante algumas partes do livro fiquei com raiva do Rafe, o protagonista. Mas a gente logo percebe que o problema dele não é ser gay e sim os rótulos que recebe por ter nascido assim. Ao longo do livro vemos a volta do Rafe para o armário e como isso afeta a sua vida no geral.
O livro acabou sendo melhor do que eu esperava e os personagens secundários são maravilhosos. Principalmente os pais e o professor de inglês do Rafe. São eles que mostram o quanto o mesmo está equivocado nas escolhas que faz. O legal é que tiramos um aprendizado sobre o quão é importante sair do armário e ser quem você é.
É um livro super agradável.
Eu pensei que iria ter um treco com a ideia principal desse livro: você é gay e isso não faz diferença nenhuma na sua casa ou nas suas relações por qual motivo uma pessoa assim iria voltar para o armário? Sério, eu fiquei pensando que ia dar merda.
Durante algumas partes do livro fiquei com raiva do Rafe, o protagonista. Mas a gente logo percebe que o problema dele não é ser gay e sim os rótulos que recebe por ter nascido assim. Ao longo do livro vemos a volta do Rafe para o armário e como isso afeta a sua vida no geral.
O livro acabou sendo melhor do que eu esperava e os personagens secundários são maravilhosos. Principalmente os pais e o professor de inglês do Rafe. São eles que mostram o quanto o mesmo está equivocado nas escolhas que faz. O legal é que tiramos um aprendizado sobre o quão é importante sair do armário e ser quem você é.
É um livro super agradável.
3,5
Eu pensei que iria gostar mais da história. Não é um livro ruim, mas talvez eu estava esperando algo diferente. Consegui me identificar com os personagens, mas não foi o suficiente. Fora que eu não curti muito o final. Foi uma cena específica. Mas a leitura é super agradável.
Eu pensei que iria gostar mais da história. Não é um livro ruim, mas talvez eu estava esperando algo diferente. Consegui me identificar com os personagens, mas não foi o suficiente. Fora que eu não curti muito o final. Foi uma cena específica. Mas a leitura é super agradável.