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fevi's Reviews (834)
AMEI
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Eu sempre vou amar essa vibe de realismo mágico em livros. Não adianta, é um estilo que sempre vai me conquistar.
Realismo mágico e Nordeste juntos? Não tem como isso dar errado. Em A Cabeça do Santo, Socorro Acioli traz a cultura nordestina de uma maneira simples e maravilhosa. Logo nas primeiras páginas a autora já tinha me conquistado. Acompanhar a vida sofrida de Samuel e a sua peregrinação para realizar os últimos pedidos da mãe não é um trabalho árduo.
Talvez o livro precisasse de mais desenvolvimento na história. No entanto, para mim, ele é tão bom que os defeitos não pesam tanto.
O livro é engraçado, os diálogos são maravilhosos e a leitura é gostosa. Não tem o que falar. O meu santo bateu com esse livro e quando isso acontece a gente já sabe, né? Já era <3. Virou um dos meus preferidos da vida. Talvez ele não bata com o seu, mas aqui fica a minha super recomendação.
AMEI
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Eu sempre vou amar essa vibe de realismo mágico em livros. Não adianta, é um estilo que sempre vai me conquistar.
Realismo mágico e Nordeste juntos? Não tem como isso dar errado. Em A Cabeça do Santo, Socorro Acioli traz a cultura nordestina de uma maneira simples e maravilhosa. Logo nas primeiras páginas a autora já tinha me conquistado. Acompanhar a vida sofrida de Samuel e a sua peregrinação para realizar os últimos pedidos da mãe não é um trabalho árduo.
Talvez o livro precisasse de mais desenvolvimento na história. No entanto, para mim, ele é tão bom que os defeitos não pesam tanto.
O livro é engraçado, os diálogos são maravilhosos e a leitura é gostosa. Não tem o que falar. O meu santo bateu com esse livro e quando isso acontece a gente já sabe, né? Já era <3. Virou um dos meus preferidos da vida. Talvez ele não bata com o seu, mas aqui fica a minha super recomendação.
2,5
Um tema interessante, mas que talvez não tenha sido desenvolvido direito. A ambientação também é muito fraca. Tudo bem que o livro é pequeno, mas as coisas acontecem tão rápido que mal dá tempo de você conhecer os personagens. Você fica perdido. Achei o final de certo personagem meio nada a ver, ele não merecia aquilo. Há bons personagens pena que são poucos desenvolvidos. Deixo destaque pro Guilherme.
Um tema interessante, mas que talvez não tenha sido desenvolvido direito. A ambientação também é muito fraca. Tudo bem que o livro é pequeno, mas as coisas acontecem tão rápido que mal dá tempo de você conhecer os personagens. Você fica perdido. Achei o final de certo personagem meio nada a ver, ele não merecia aquilo. Há bons personagens pena que são poucos desenvolvidos. Deixo destaque pro Guilherme.
Terminei "Ovelha - memórias de uma pastor gay" e apesar de achar que o livro melhorou consideravelmente nas duas ultimas partes acredito que o autor quis ser mais polêmico do que crítico. Podemos ver isso na última frase do livro. Certas passagens são desnecessárias. Até consegui me identificar com algumas frases. É um livro ok, mas que poderia ser melhor.
4,5
Amo mitologia grega, mas a minha memória é terrível e frequentemente eu esqueço das coisas. Antes de iniciar a leitura a única coisa que eu lembrava era que Aquiles tinha morrido por causa do tornozelo. De resto, nada mais. E isso foi maravilhoso porque não entrei com um pré-julgamento ao iniciar a leitura de A Canção de Aquiles.
O livro é maravilhoso. A história é gostosa de ler. Fora que aqui encontramos um dos casais mais shippaveis da literatura mundial (posso ou não estar exagerando). Aquiles e Pátroclo são a exemplificação da fofura e dos suspiros apaixonados que damos quando vemos um casal maravilhoso.
Madeline Miller, a autora, dá voz a Pátroclo que é quem narra a história. Vemos desde o seu nascimento, o momento que ele conhece Aquiles, a surgimento da paixão dos dois e a ida pra Guerra de Esparta x Tróia. É um livro para ser devorado.
No entanto, não posso negar que os dois últimos capítulos foram bem diferentes do restante do livro. Achei meio apressado. Uma vontade da autora de terminar aquilo logo. Posso até compreender pois tragédias gregas...
Fica aqui a minha dica de um livro legal, de um casal fofo e que faz o coração doer. Não tem nada demais, mas é extremamente cativante.
Amo mitologia grega, mas a minha memória é terrível e frequentemente eu esqueço das coisas. Antes de iniciar a leitura a única coisa que eu lembrava era que Aquiles tinha morrido por causa do tornozelo. De resto, nada mais. E isso foi maravilhoso porque não entrei com um pré-julgamento ao iniciar a leitura de A Canção de Aquiles.
O livro é maravilhoso. A história é gostosa de ler. Fora que aqui encontramos um dos casais mais shippaveis da literatura mundial (posso ou não estar exagerando). Aquiles e Pátroclo são a exemplificação da fofura e dos suspiros apaixonados que damos quando vemos um casal maravilhoso.
Madeline Miller, a autora, dá voz a Pátroclo que é quem narra a história. Vemos desde o seu nascimento, o momento que ele conhece Aquiles, a surgimento da paixão dos dois e a ida pra Guerra de Esparta x Tróia. É um livro para ser devorado.
No entanto, não posso negar que os dois últimos capítulos foram bem diferentes do restante do livro. Achei meio apressado. Uma vontade da autora de terminar aquilo logo. Posso até compreender pois tragédias gregas...
Fica aqui a minha dica de um livro legal, de um casal fofo e que faz o coração doer. Não tem nada demais, mas é extremamente cativante.
Esse livro é uma grande ironia ruim.
Pensei que ia dar altas gargalhadas, mas fiquei meio perdido e achando tudo meia boca. Não valeu a pena. Mas vida que segue.
Pensei que ia dar altas gargalhadas, mas fiquei meio perdido e achando tudo meia boca. Não valeu a pena. Mas vida que segue.
É um excelente livro sobre viagens e os seus bastidores. Os relatos são legais e tem muito contexto histórico, então, com certeza, você irá aprender algo com essa leitura. São vários países e costumes diferentes do Brasil. A leitura valerá a pena.
O único defeito do livro são alguns comentários pelo autor que para mim eram desnecessários. Teve até comentário machista. Tirando isso o livro é super agradável e possui fotos lindas.
O único defeito do livro são alguns comentários pelo autor que para mim eram desnecessários. Teve até comentário machista. Tirando isso o livro é super agradável e possui fotos lindas.
Um relato intenso. A leitura valeu a pena, pois pude perceber como uma pessoa com o vírus se sente. É algo assustador, mas que nem sempre é terrível.
3,5
Contos Negreiros é um livro pequeno e rápido de se ler.
No começo eu acreditava, julgando pela capa, que seriam contos relacionados ao período escravocrata. Na realidade, Contos negreiros é sobre as consequências da escravidão e da colonização nos dias atuais. Como o negro é visto pela sociedade e o que ele se torna por ter sido largado e esquecido na margem da sociedade. Exemplos: ser negro é sinônimo de ladrão, de ignorante, a solidão e a submissão de ser negro ou ser trocado, a valorização e endeusamento das pessoas brancas, o abuso das pessoas brancas.
É um ótimo livro para as pessoas perceberem os seus privilégios quando a cor da pele é o fator principal. Os contos são bem legais. Vale a pena conferir.
Contos Negreiros é um livro pequeno e rápido de se ler.
No começo eu acreditava, julgando pela capa, que seriam contos relacionados ao período escravocrata. Na realidade, Contos negreiros é sobre as consequências da escravidão e da colonização nos dias atuais. Como o negro é visto pela sociedade e o que ele se torna por ter sido largado e esquecido na margem da sociedade. Exemplos: ser negro é sinônimo de ladrão, de ignorante, a solidão e a submissão de ser negro ou ser trocado, a valorização e endeusamento das pessoas brancas, o abuso das pessoas brancas.
É um ótimo livro para as pessoas perceberem os seus privilégios quando a cor da pele é o fator principal. Os contos são bem legais. Vale a pena conferir.
Ética e Vergonha na Cara nada mais é que um bom papo filosófico sobre o comportamento das pessoas no campo da ética.
É um papo tranquilo e fácil de entender. Mario Sergio Cortella e Clóvis de Barros Filho, durante todo o livro, exemplificam cada ponto da conversa para que possamos entender bem a mensagem que eles querem passar. E isso é importante já que citam vários pensadores.
O livro discute, no que parece um papo informal, a ética em vários âmbitos da vida de uma pessoa. Na família, na escola, no trabalho. Além, é claro, de chegar na política parlamentar e falar sobre corrupção.
É um livro que nos desperta sobre o assunto e reavaliar as nossas atitudes. É interessante e de fácil entendimento.
É um papo tranquilo e fácil de entender. Mario Sergio Cortella e Clóvis de Barros Filho, durante todo o livro, exemplificam cada ponto da conversa para que possamos entender bem a mensagem que eles querem passar. E isso é importante já que citam vários pensadores.
O livro discute, no que parece um papo informal, a ética em vários âmbitos da vida de uma pessoa. Na família, na escola, no trabalho. Além, é claro, de chegar na política parlamentar e falar sobre corrupção.
É um livro que nos desperta sobre o assunto e reavaliar as nossas atitudes. É interessante e de fácil entendimento.
Rani e o Sino da Divisão é uma salada maravilhosa.
Pra quem gosta de cultura pop e rock esse livro é um prato cheio. Há inúmeras citações ao longo do livro que faz com que a gente se identifique com o livro (Tudo bem que eu não sou nada rokeiro, mas pelo menos as referências ao mundo pop eu consegui pegar).
É um livro super engraçado e com uma história que te fisga. Não posso deixar de comentar que certas coisas me lembraram a saga Harry Potter, mas não é nada que se compare tão profundamente. Até porque Jim Anotsu conseguiu criar um mundo bem interessante. Não é todo dia que a gente lê/vê amazonas montando dinossauros. hahahaha
O ponto forte desse livro é o grupo de amigos da protagonista. São todos diferentes e eles funcionam bem em conjunto.
O livro é muito bom e eu super recomendo a leitura. Fiquem atentos a parte do encontro com o Diabo é uma das partes mais engraçadas do livro. O encontro com a primeira xamã é uma das mais bonitas.
Pra quem gosta de cultura pop e rock esse livro é um prato cheio. Há inúmeras citações ao longo do livro que faz com que a gente se identifique com o livro (Tudo bem que eu não sou nada rokeiro, mas pelo menos as referências ao mundo pop eu consegui pegar).
É um livro super engraçado e com uma história que te fisga. Não posso deixar de comentar que certas coisas me lembraram a saga Harry Potter, mas não é nada que se compare tão profundamente. Até porque Jim Anotsu conseguiu criar um mundo bem interessante. Não é todo dia que a gente lê/vê amazonas montando dinossauros. hahahaha
O ponto forte desse livro é o grupo de amigos da protagonista. São todos diferentes e eles funcionam bem em conjunto.
O livro é muito bom e eu super recomendo a leitura. Fiquem atentos a parte do encontro com o Diabo é uma das partes mais engraçadas do livro. O encontro com a primeira xamã é uma das mais bonitas.