fevi's Reviews (834)


O livro merece a fama que tem.

Fangirl é o segundo livro da Rainbow Rowell que eu leio. O primeiro foi Eleanor & Park que eu gostei bastante, mas com um final meio decepcionante pra mim. Os livros da Rowell são muito bem escritos e possuem um história que te cativa logo de início.

Fangirl é um livro bem humano. É possível você encontrar alguém que já viveu alguma situação parecida. Acho que esse foi o ponto de sucesso do livro. É claro que falar de fanfics, fãs e fazer alusão a Harry Potter contribuiu no final de tudo.

Os personagens desse livro são maravilhosos e não posso negar que o meu favorito é o Levi. Ele me conquistou de início só por sorrir demais. Não tem como não gostar de uma pessoa que distribui sorrisos e tem um bom coração. Todos os personagens são ótimos. Até mesmo o Nick.

Não nego que gostaria ver mais partes sobre a Wren no livro, mas entendo que o foco principal tenha sido na Cath. A relação com a mãe poderia ter sido mostrada mais também. De resto a leitura é gostosa e as fanfics no fim de cada capítulo deu um gás a mais. Fiquei aqui torcendo por Baz e Simon em Vá em frente, Simon.

Livro recomendadíssimo.

3,8

Eu não sei o que pensar sobre Deuses Americanos. É um livro com um final bom que explica todo o desenrolar da história. No entanto, esse desenrolar não é tão legal quanto o fim. Claro, é um livro do Neil Gaiman, então temos que estar preparado para tudo. É preciso ter a mente aberta e imaginativa. (E isso é ótimo)

Depois do final, as melhores partes do livro eram as que falavam como os deuses antigos foram parar no novo continente. Achei muito interessante.

Não vou negar que ficava meio perdido em alguns momentos também. A imaginação do Gaiman é muito foda. Ainda não cheguei no nível dele. A leitura é boa e gostosa, mas eu esperava mais do desenrolar.

3,8

One Man Guy é sobre a descoberta da sexualidade.

É um livro gostoso de ler e que tem um contexto histórico sobre os armênios bem legal. Mas que também chega a ser irritante. O fato do Alek ter apenas 14 anos também me surpreendeu bastante. Um garoto tão novo e tão adulto. Talvez tenha sido a criação dele. rs

A história é legal e fofa. A Becky é uma personagem maravilhosa. Me lembrou muito as minhas amigas. hahahaha
O livro tem frases bem legais e que deveriam fazer parte do cotidiano do mundo. Os gays, as lésbicas, os bissexuais são pessoas normais e a sexualidade não é a única coisa que deve defini-las. Vamos ir além.

Fica a dica para quem quer um livro com temática LGBT.

Acho que a primeira coisa que se deve saber é que esse livro não é pra todo mundo.

Eu comecei gostando muito de A Redoma de Vidro. A história de Esther, ou a semi-biografia da autora, é desde o começo algo não muito confortável. E com o tempo só piora. Sylvia Plath aborda a questão existencial, a necessidade de ser alguém e o medo de não conseguir, a misoginia, ansiedade, depressão e tentativas de suicídio.

Nós acompanhamos a vida de Esther desde o momento em que ela está em Nova Iorque fazendo estágio em uma revista feminina. Ela vai narrando o momento atual e contando outras histórias da sua vida que a fizeram chegar até ali. As crises existenciais são inúmeras e sempre fortes. Tanto que Esther vai parar em uma clínica psiquiatra para se tratar.

Eu gostei bastante da parte da história que se passa em NY. Tirando a cena de uma violência contra a mulher, talvez seja a parte "mais tranquila" do livro. Apesar de ter uma leitura simples, ela não é confortável. Eu fiquei meio perdido também com as lembranças que às vezes começavam do nada. Tinham voltar alguns parágrafos para entender completamente o que estava acontecendo e onde a personagem se encontrava. Os momentos tristes do livro são pesados e com certeza podem te fazer entrar numa bad. (Eu mesmo deixei de ler o livro por um dia por não me sentir bem). O desconforto é real. E o ritmo no final, pelo menos para mim, mudou bastante do início do livro. Ficou mais devagar.

O mais triste é perceber que Sylvia é, na verdade, Esther. É daquela forma que ela se sentia ou via o seu mundo. No livro, a explicação do título é clara e simples. E concordo claramente. É sufocante. É difícil viver de uma forma que nos destrói por dentro. É melhor está doente do corpo do que da cabeça.

A história é simples, o conteúdo complicado. É um bom livro para tentar entender uma pessoa que sofre de doenças psicológicas. No entanto, não recomendo esse livro se você estiver passando por um momento ruim e negativo na sua vida. Se você sofre de depressão ou algo do tipo este livro pode ser considerado um gatilho.

Eu quero uma Bea pra mim. rs

A história do livro é bem pesada. Não sei como eu reagiria a mesma situação. Talvez ficasse louco. Não sei. Mas o livro me cativou bastante. A Val é uma personagem marcante e humana como todos nós. O livro traz uma reflexão interessante sobre bullying e quais as sua consequências. .

Até onde vai o nosso ódio? Às vezes, precisamos ganhar. Mas também precisamos perder.

É um livro bom e diferente. Entendo o motivo das pessoas gostarem tanto da obra, mas não me conquistou tanto. No entanto, recomendo a leitura. Alguns textos são melhores que outros. Acho a ideia boa. Gostei bastante do texto "O 'Crânio'".

Textos pequenos e leitura rápida.