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fevi 's review for:
Topologia da violência
by Byung-Chul Han
3,5
Byung-Chul Han analisa a sociedade por meio da violência. Ele diversa muito sobre a violência da negatividade e a violência da positividade. Na sociedade atual, de acordo com o autor, o sujeito do desempenho (eu, você ou qualquer outro indivíduo) está mais exposto a violência da positividade. O sujeito acredita que vive em liberdade. Mas o autor explica que é uma falsa liberdade porque por mais que não haja violências externas que o reprimam, esse mesmo sujeito cria a sua própria violência ao se cobrar, exigir muito de si, percorrer a necessidade de ser o melhor em tudo. O processo de violência interna é maior nesses sujeitos. Com isso acabaram gerando burnout, depressão, ansiedade e outros tipos de doenças neurodiversas.
Em alguns momentos tive certa dificuldade em entender o pensamento de Han. Foi preciso reler para conseguir captar algo. No livro ele cita muitos outros autores não só clássicos e contemporâneos para assim discordar deles e apresentar os seus posicionamentos sobre a sociedade pós-moderna. Há um ou outro conceito apresentado por Han que discordo. Talvez tenha sentindo falta de uma análise interseccional também, apesar dele falar de uma sociedade pós-moderna de maneira geral. Mas a gente sabe que há inúmeros fatores que influenciam indivíduos de maneiras diferentes.
Mas ainda acho que foi uma leitura significativa e trouxe novas luzes para pensar o modo como vivemos atualmente.
Byung-Chul Han analisa a sociedade por meio da violência. Ele diversa muito sobre a violência da negatividade e a violência da positividade. Na sociedade atual, de acordo com o autor, o sujeito do desempenho (eu, você ou qualquer outro indivíduo) está mais exposto a violência da positividade. O sujeito acredita que vive em liberdade. Mas o autor explica que é uma falsa liberdade porque por mais que não haja violências externas que o reprimam, esse mesmo sujeito cria a sua própria violência ao se cobrar, exigir muito de si, percorrer a necessidade de ser o melhor em tudo. O processo de violência interna é maior nesses sujeitos. Com isso acabaram gerando burnout, depressão, ansiedade e outros tipos de doenças neurodiversas.
Em alguns momentos tive certa dificuldade em entender o pensamento de Han. Foi preciso reler para conseguir captar algo. No livro ele cita muitos outros autores não só clássicos e contemporâneos para assim discordar deles e apresentar os seus posicionamentos sobre a sociedade pós-moderna. Há um ou outro conceito apresentado por Han que discordo. Talvez tenha sentindo falta de uma análise interseccional também, apesar dele falar de uma sociedade pós-moderna de maneira geral. Mas a gente sabe que há inúmeros fatores que influenciam indivíduos de maneiras diferentes.
Mas ainda acho que foi uma leitura significativa e trouxe novas luzes para pensar o modo como vivemos atualmente.