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beabaptistaa 's review for:
One Hundred Years of Solitude
by Gabriel García Márquez
adventurous
challenging
dark
emotional
funny
hopeful
inspiring
lighthearted
mysterious
reflective
sad
tense
slow-paced
Plot or Character Driven:
A mix
Strong character development:
Complicated
Loveable characters:
No
Diverse cast of characters:
No
Flaws of characters a main focus:
Yes
okay esperei uns dias para fazer esta review e tentar perceber o que ficou comigo do livro.
a conclusão que chego é que este tipo de escrita que nunca mais acaba, não é para mim. o processo de leitura deste livro foi um suplício. é difícil e, na minha opinião, não tem grande retorno.
a maioria dos pequenos plots que acontecem com cada personagem deixaram-me completamente indiferente. o que acontece é posto à nossa frente como uma torrente de informação que não nos dá muito espaço para pensarmos ou refletirmos.
o gabriel garcia marquez tem a capacidade de falar sobre pedofilia, incesto, violações e violência como se estivesse a falar de batatas, apenas mais uma normalidade naquele mundo completamente surreal, o que sinceramente me perturbou pela negativa. estive até à última página do livro à espera de um comentário que reprovasse estes comportamentos mas sem sucesso… i guess que não é esse o ponto da história.
gosto da forma como ele usa a repetição! a ideia de não conseguirmos escapar ao nosso destino, da família buendía estar condenada àquela espécie de maldição que os obriga sempre a repetirem os erros dos seus antepassados.
gostei do surrealismo, foi das poucas coisas que me conseguiram manter interessada pelo livro, mas sem dúvida que prefiro o surrealismo da literatura asiática, que tem passagens mais dreamy, enquanto que este, tem passagens mais horrendas.
para o bem ou para o mal, é um livro que vai ficar marcado na minha memória para sempre por ser tão diferente de tudo o que já li e pelo desafio que foi a sua leitura.
a conclusão que chego é que este tipo de escrita que nunca mais acaba, não é para mim. o processo de leitura deste livro foi um suplício. é difícil e, na minha opinião, não tem grande retorno.
a maioria dos pequenos plots que acontecem com cada personagem deixaram-me completamente indiferente. o que acontece é posto à nossa frente como uma torrente de informação que não nos dá muito espaço para pensarmos ou refletirmos.
o gabriel garcia marquez tem a capacidade de falar sobre pedofilia, incesto, violações e violência como se estivesse a falar de batatas, apenas mais uma normalidade naquele mundo completamente surreal, o que sinceramente me perturbou pela negativa. estive até à última página do livro à espera de um comentário que reprovasse estes comportamentos mas sem sucesso… i guess que não é esse o ponto da história.
gosto da forma como ele usa a repetição! a ideia de não conseguirmos escapar ao nosso destino, da família buendía estar condenada àquela espécie de maldição que os obriga sempre a repetirem os erros dos seus antepassados.
gostei do surrealismo, foi das poucas coisas que me conseguiram manter interessada pelo livro, mas sem dúvida que prefiro o surrealismo da literatura asiática, que tem passagens mais dreamy, enquanto que este, tem passagens mais horrendas.
para o bem ou para o mal, é um livro que vai ficar marcado na minha memória para sempre por ser tão diferente de tudo o que já li e pelo desafio que foi a sua leitura.