Take a photo of a barcode or cover
Em Cães Júlia Grilo discorre sobre a subjetividade daquilo que nos faz humanos. No entanto, ela faz isso por através da estória de Cafeína, a cachorra que queria ser humana. A narradora vai fazendo um paralelo sobre a sua vida e a da sua cachorra que pensa e que ter humanidade.
Preciso dizer que não estava curtindo muito a leitura. Não estava me apegando a nada ali. Só que no instante em que parei para começar a analisar tudo que Júlia Grilo queria passar nos mostrar o que é humano, uma chave virou e tudo passou a fazer sentido. Enquanto acompanhamos a jornada de Cafeína entramos em discussões sobre racismo, machismo, violência, amor, sentimentos, arrependimentos, maternidade compulsória, feminismo entre tantos outros que estão ou não relacionados a nossa condição humana.
Cães é uma leitura que vai crescendo ao longo dos capítulos. É um livro que talvez o leitor vai se enxergando nas entrelinhas. Fica a recomendação. A escrita é interessante e os questionamentos essenciais.
Preciso dizer que não estava curtindo muito a leitura. Não estava me apegando a nada ali. Só que no instante em que parei para começar a analisar tudo que Júlia Grilo queria passar nos mostrar o que é humano, uma chave virou e tudo passou a fazer sentido. Enquanto acompanhamos a jornada de Cafeína entramos em discussões sobre racismo, machismo, violência, amor, sentimentos, arrependimentos, maternidade compulsória, feminismo entre tantos outros que estão ou não relacionados a nossa condição humana.
Cães é uma leitura que vai crescendo ao longo dos capítulos. É um livro que talvez o leitor vai se enxergando nas entrelinhas. Fica a recomendação. A escrita é interessante e os questionamentos essenciais.