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rolandosmedeiros 's review for:
Manual da boa escrita: vírgula, crase, palavras compostas
by Maria Tereza de Queiroz Piacentini
Nada excepcional.
Com o tempo verei se cumprirá o objetivo dele, que é me auxiliar numa consulta rápida para ensinar e entender melhor o uso do hífen e as palavas compostas. Um ponto positivo é que claramente a autora diz que em certos casos é preferível evitar a ambiguidade a seguir as "novas" regras da reforma ortográfica quanto à hifenização.
Também ensina a pontuação do jeito "certo" e não como aprendi no meu ensino médio (2015~2018!): pontuação não é respiração, e, como diz o Moreno e o mestre dele — Luft —, uma frase sem vírgulas é uma frase natural, uma frase virgulada que não é natural.
Há também mnemônicos de crase e do "que" coringa; mas, a melhor parte é mesmo a dos compostos, por exemplo: fazer entender não as regras, mas o sentido por trás das regras.
Posso tanto "desejar um feliz Ano Novo (que o ano inteiro seja bom) [sem hífen] ou um feliz Ano-Novo com sua família [com hífen, dando um novo significado às duas palavras unidas por ele: festa do réveillon]." Outra: Meio dia sem hífen] é, literalmente, meio dia — metade de um dia; meio-dia é a hora, as 12 (doze) h. Meio+Dia se unem para apontar outra coisa próxima, mas não igual.
Há as regras de pluralização dos compostos: que eu esqueci. Mas ficou um exemplo prático: Fica mais fácil de pluralizar quando trocamos (na mente) o hífen por uma preposição cabível (frutas-(do)-pão) carros-(que são)-bombas, etc.
Enfim, veremos se ele resistirá o teste da consulta frequente.
Com o tempo verei se cumprirá o objetivo dele, que é me auxiliar numa consulta rápida para ensinar e entender melhor o uso do hífen e as palavas compostas. Um ponto positivo é que claramente a autora diz que em certos casos é preferível evitar a ambiguidade a seguir as "novas" regras da reforma ortográfica quanto à hifenização.
Também ensina a pontuação do jeito "certo" e não como aprendi no meu ensino médio (2015~2018!): pontuação não é respiração, e, como diz o Moreno e o mestre dele — Luft —, uma frase sem vírgulas é uma frase natural, uma frase virgulada que não é natural.
Há também mnemônicos de crase e do "que" coringa; mas, a melhor parte é mesmo a dos compostos, por exemplo: fazer entender não as regras, mas o sentido por trás das regras.
Posso tanto "desejar um feliz Ano Novo (que o ano inteiro seja bom) [sem hífen] ou um feliz Ano-Novo com sua família [com hífen, dando um novo significado às duas palavras unidas por ele: festa do réveillon]." Outra: Meio dia sem hífen] é, literalmente, meio dia — metade de um dia; meio-dia é a hora, as 12 (doze) h. Meio+Dia se unem para apontar outra coisa próxima, mas não igual.
Há as regras de pluralização dos compostos: que eu esqueci. Mas ficou um exemplo prático: Fica mais fácil de pluralizar quando trocamos (na mente) o hífen por uma preposição cabível (frutas-(do)-pão) carros-(que são)-bombas, etc.
Enfim, veremos se ele resistirá o teste da consulta frequente.